sábado, 26 de dezembro de 2020

ROBERTA CLOSE - fotos impublicáveis no Facebook

Algumas fotos (impublicáveis no Face) da trans brasileira ROBERTA CLOSE 




Roberta Close na revista Playboy.





Roberta Close na revista Playboy de 1984.


Roberta Close na revista Playboy de 1984.


Roberta Close na revista Playboy de 1984.

Roberta Close na revista Playboy de 1984.





Roberta Close na revista Playboy de 1984.



Roberta Close na revista Sexy de 1996.


Roberta Close na revista Sexy de 1996.



Roberta Close na revista Sexy de 1996


Roberta Close


Roberta Close

Roberta Close - Revista Manchete


Roberta Close - Revista Ele Ela




segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

ROTEIRO - Continuação do cartoon 26

 ROTEIRO - Continuação do cartoon 26


O original em inglês.













AMANDA – (exibindo o plug anal para Paula) Falta mais uma coisa para sua fantasia de coelha ficar completa.

PAULA – (olhando assustada o plug) O que você vai fazer com isso?

AMANDA – Enfiar em você, menina. Toda coelha tem de ter um rabinho.

PAULA – (ainda assustada) Mas é muito grande, eu não aguento!

AMANDA – Agüenta, sim, Paula. Com jeitinho e lubrificante ele vai entrar todinho em você.

PAULA – Por favor, Amanda, não. Eu ainda sou virgem, você sabe.

AMANDA – Calma, menina. É melhor você perder a virgindade com um plug do que com um homem de verdade. Vai doer menos, vou ser carinhosa com você.

PAULA – Você não tem um plug menor?

AMANDA – Não, só tem este mesmo. (ela termina de abaixar a calcinha de Paula e repara no pau dela) Hum, já ficou com o pau duro. Está com vontade de dar... (ri)

PAULA – Termina de tirar essa calcinha e vai deitar lá na cama.

 Paula obedece. Amanda começa a lubrificar o plug com um gel. Depois Amanda se senta na cama ao lado de Paula.

 AMANDA – Arrebita bem esse bumbum, Paula.

 PAULA – (obedecendo) Põe devagar, Amanda.

AMANDA – Eu vou começar pelo lado mais fino da cenoura. Depois vai até o fim.

 Amanda começa a introduzir o plug em Paula, que não em principio não mostra nenhuma reação.

 AMANDA – (movimentando a ponta do plug no cu de Paula) Ah, Paula, você tem um bumbum tão bonito, bem empinadinho.

 PAULA – Obrigada.

 Amanda enfia mais um pedaço de plug no cu de Paula.

 PAULA – (gemendo) Ai, Amanda, está doendo.

 AMANDA – Calma, menina. Relaxa que aí dói menos. Mas um pouco sempre vai doer, não tem jeito (e ela enfia mais um pedaço do plug em Paula)

 PAULA – (grita) Ai, Amanda, não. Tira, por favor.

 AMANDA – Nada disso, Paula. Você não quer ser mulher? Então, tem de fazer um sacrifício (e enfia mais o plug em Paula)

 PAULA – (chorando e gritando) Não, Amanda, é grande demais. Eu não aguento.

 AMANDA – (ríspida) Quieta, Paula. Um dia você ainda vai me agradecer por isso (e termina de enfiar o plug em Paula, deixando apenas o rabo de coelha de fora, enquanto Paula geme de dor) Pronto, entrou tudo. Eu não disse que cabia, Paula.

 PAULA – (chorando) Está doendo, Amanda.

 AMANDA – (sorrindo) Relaxa, logo vai passar.

 PAULA – (mais conformada) Ai, Amanda!

AMANDA - Você vai ficar o resto do dia com o plug enfiado no seu rabinho, para alargar bem. Aí você vai estar pronta. Da próxima vez você vai ser penetrada por um homem de verdade, coelhinha (e ri).

 CORTE FINAL.


sábado, 5 de dezembro de 2020

ROTEIRO - Continuação do cartoon 22


 



LIA – Você quer, amor.

CARLOS – Bom, eu nunca transei com um homem.

LIA – Eu não sou homem. Eu sou uma trans. Você sabe o que é?

CARLOS – Já ouvi falar. Um homem que quer ser mulher.

LIA – Eu não quero ser mulher, eu sou mulher. Só que tenho umas coisinhas a mais.

CARLOS – É você fica bem gostosa assim vestida de mulher. Que bunda você tem, Lia.

LIA – Você quer me comer?

CARLOS – Você dá?

LIA – Claro que dou. Por que você acha que eu estou assim vestida de mulher?

CARLOS – Se você dá, eu quero.

LIA – Então vem cá. Me ajuda a tirar este shortinho e calcinha.

CARLOS – Claro.


Carlos se aproxima de Lia e a ajuda a se despir.

 

LIA – (volta-se deixando ver seu pênis duro) Tire sua roupa você também. Você já transou alguma vez, Carlos?

CARLOS – Não. Ainda não.

LIA – Sempre tem uma primeira vez para tudo. Eu já dei a bunda duas vezes. Você vai ser o terceiro que me come. (olha para Carlos que finalmente termina de tirar as roupas) Hum, que pau bonito você tem. Não é muito grande, mas é bonito...

CARLOS – (timidamente) Obrigado.

LIA – Então, você quer perder a virgindade comigo.

CARLOS – Quero.

LIA – Vem cá. (Carlos se aproxima e Lia pega um tubo de gel e entrega a Carlos) Passa isso aqui no pau. Aí fica mais fácil para entrar.

 

Lia se deita de bruços enquanto Carlos passa o gel no pau.

 

LIA – Passa um pouco também no meu cu.

 

Carlos obedece e passa o gel entre as nádegas de Lia.

 

Carlos – (admirando a bunda de Lia) Que bunda linda você tem, Lia.

Lia – Obrigada. (pausa) Agora vem. Se deita em cima de mim.

 

Carlos se deita sobre Lia.

 

Lia – Ai, que pau quentinho. Põe ele aqui. Não, é mais para baixo (ele pega o pau de Carlos e o coloca na direção do seu cu) Já está bem em cima dele. Enfia um pouco (dá um grito) Ai, devagar! Caralho! Tira um pouco. (Carlos tira o pau do cu de Lia) Calma, apressadinho. Meu cu não é de ferro, não! (eles fazem uma pausa) Agora põe de novo. Devagar, hein.

CARLOS – Está bem.

 

Ele volta e introduzir seu pênis no ânus de Lia, agora mais cuidadosamente.


 LIA – (geme) Ai.

CARLOS – Está doendo?

LIA – Ah, não. Pode por mais.

Carlos começa a movimentar o quadril fazendo seu pau ir e vir dentro de Lia.

LIA – Ai, me come.

CARLOS – Toma sua putinha.

LIA – Me come mesmo.

CARLOS – Ai que bunda gostosa.

LIA – Me fode. Me fode bem. 

 

Carlos começa a bombar Lia mais rápido. Cada vez mais rápido.

 

CARLOS – Toma no seu cu, gostosa.

LIA – Fode, fode bem a sua putinha.

 

A câmera passeia pelos corpos dos dois enquanto transam, alternando com CLOSES dos dois.

 

CORTE.

 

quarta-feira, 11 de novembro de 2020

ROTEIRO - Continuação do cartoon 18

 


Personagens:

- Sidney – rapazinho de quinze ou dezesseis anos.

- Gustavo – rapaz um pouco mais velho, de dezoito ou vinte anos.

 

CENA 1 – (INTERIOR, DIA) QUARTO DE SIDNEY.

 

GUSTAVO – (dando uma forte palmada na bunda de Sidney) Vou te ensinar a nunca mais se vestir de mulher.

SIDNEY – Ai.

GUSTAVO – (dando uma nova palmada na bunda de Sidney) É isso o que você quer ser, primo. Um viadinho.

SIDNEY – Ai. Eu não sou viado.

GUSTAVO – (mais uma palmada) Ah, não é. Eu te peguei vestido de mulher, não foi? Por que estava fazendo isso?

SIDNEY – Ah, sei lá. Eu gosto.

GUSTAVO –Ah, gosta porque é viado (dá mais uma palmada).

SIDNEY – Ai.

GUSTAVO – Vai ver que já deu a bunda, né? (dá outra palmada)

SIDNEY – Não. Nunca dei. Juro.

GUSTAVO – Nem enfiou nenhuma coisa.

SIDNEY – De vez em quando eu enfio o dedo. Só isso.

GUSTAVO – Ah, então você sente vontade de dar, né, sua putinha? (dá outra palmada)

SIDNEY – Ai.

GUSTAVO – (mudando de tom) Sabe, priminho, você tem uma bunda bem bonita. (começa a alisar a bunda de Sidney) Carnuda. Empinada.

SIDNEY – Para com isso, Gustavo!

GUSTAVO – (falando com tesão) É, acho que você ia gostar de dar a bunda. Não, Sidney.

SIDNEY – Não.

GUSTAVO – (irônico) Você não quer ser mulher? Então tem que levar vara também.

SIDNEY – Ah, não sei.

GUSTAVO – Você não quer dar essa bunda gostosa para mim, Sidney?

SIDNEY – Não. Não quero.

GUSTAVO – (dando uma forte palmada no traseiro de Sidney) Dá a bunda para mim, putinha.

SIDNEY – (após um grito) Não.

GUSTAVO – (dando uma forte palmada no traseiro de Sidney) Dá a bunda para mim, putinha.

SIDNEY – (após um grito) Não.

GUSTAVO – (dando uma forte palmada no traseiro de Sidney) Dá a bunda para mim, putinha.

SIDNEY – (após um grito) Ai, está bom. Não bate mais. Eu dou.

GUSTAVO – (satisfeito) Ah, é assim que se faz, menina. (levanta-se e fazendo Sidney levantar-se com ele) Vamos lá para a cama. Só tira só a calcinha, o resto deixa. Eu quero comer você assim, vestidinho de mulher.

SIDNEY – Ai, Sidney, não.

GUSTAVO –Vamos lá, viadinho. (empurra Sidney para a cama) Agora fica ai deitado de bruços.

SIDNEY – Estou com medo. (ele se deita de bruços na cama) Eu nunca enfiei nada muito grande, do tamanho de um pau.

GUSTAVO – Calma, menina. Vai doer um pouco no começo, mas depois você vai gostar.

SIDNEY – Ai. Está bem

GUSTAVO – (passando cuspe no pau para lubrificar) Vou passar bastante cuspe no pau para lubrificar. E você também passa seu cu .

SIDNEY – (lubrificando o cu com saliva) Não vai doer muito?

GUSTAVO – Pode deixar, eu vou por devagar. Vou cuidar bem do seu cuzinho, menina.

 

Gustavo já com o pau bem duro deita-se em cima de Sidney e com uma das mãos ajeita o pau na entrada do cu de Sidney.

 

SIDNEY – (com expressão de dor) Ai.

GUSTAVO – Está doendo, menina.

SIDNEY – Está.

GUSTAVO – Deixa eu tirar um pouco. (ele retira a parte do pênis que estava dentro de Siney). Seu cu é bem apertadinho.

SIDNEY – (respirando aliviada) Espera um pouco. Depois você põe de novo.

 

Os dois aguardam por alguns instantes.

 

GUSTAVO – Você fica uma delícia vestido desse jeito, Sidney.

SIDNEY – Obrigado.

GUSTAVO – (aproximando novamente o pênis da bunda de Sidney) Posso por de novo, menina?

SIDNEY – Pode. Mas devagar.

GUSTAVO – Pode deixar.

 

Gustavo novamente introduz o pênis no anus de Gilberto.

 

SIDNEY – (geme) Ai.

GUSTAVO – Ainda está doendo, menina?

SIDNEY – Está, mas dá para aguentar. Pode deixar ele ficar.

 

Sidney começa a movimentar o quadril, fazendo seu pênis ir e vir dentro de Sidney.

 

GUSTAVO – Sabe, Sidney, eu não sou viado, não? Meu negócio é mulher. Mas é uma delícia comer você assim vestido assim. Vou querer fazer isso mais vezes, gostosa.

SIDNEY – Ai, me come! Me come mesmo!

 

A câmera passeia pelos corpos dos dois, ao som de gemidos e ruídos do sexo.

 

CORTE

 

FIM 

sexta-feira, 16 de outubro de 2020

ROTEIRO: Continuação do cartoon 16

 

O QUE ACONTECEU DEPOIS?

Roteiro de LUCIA MILLET 



CENA 1 – (INTERIOR, DIA) QUARTO DO MOTEL.
 
ANY – (olhando para o pau de Juarez após ele abaixar baixar a calça) Nossa, que pau grande!
 
JUAREZ – (sorrindo) Ficou com medinho, menina?
 
ANY – Não, é que eu não estou acostumada...
 
JUAREZ – Não vai me dizer que ainda é virgem?
 
ANY – Não. Eu já dei. Mas foram só duas vezes. E nenhum tinha um pau desse tamanho.
 
JUAREZ – Pode deixar, eu ponho devagar, vou ser carinhoso com você. (carinhoso) Você tem uma bundinha linda, Any. Bem empinada.
 
ANY – (meio sem-jeito) Obrigada, Juarez.
 
JUAREZ – (aproximando-se de Any) Vamos para a cama (e começa a beijá-la).
 
ANY – (entre os beijos) Ah, vamos... Deixa eu colocar um plug antes, assim fica mais fácil.
 
JUAREZ – (sussurando apaixonado) Faça do jeito que você quiser, amor.
 
ANY – (afastando-se dele) Espera aqui. Eu vou ao banheiro um pouco.
 
JUAREZ – (sorrindo malicioso) Eu espero.
 
Any pega a bolsa e vai para o banheiro. Juarez a acompanha com os olhos.
 
CORTE

 
 
CENA 2 – (INTERIOR, DIA) BANHEIRO DO MOTEL.
 
Mostra Any no banheiro. Ela tira um plug anal da bolsa e o introduz no cu, sem tirar a calcinha fio-dental, apenas afastando para o lado a parte que estava enfiada em seu rego. Depois de inserir o plug ela recoloca a calcinha no lugar. Any se aproxima do espelho, tira da bolsa o pó-compacto e um batom e começa a retocar a maquiagem.
 
CORTE
 
 
CENA 3 – (INTERIOR, DIA) QUARTO DO MOTEL.
 
Any sai do banheiro. Juarez está sentando na beira da cama, vestindo apenas cueca.
 
JUAREZ – (voltando a cabeça em direção a Any) Você demorou.
 
ANY – (sem jeito) Ah, aproveitei para retocar a maquiagem (sorri). Coisas de mulher.
 
JUAREZ – Você está linda, Any.
 
ANY – Obrigada.
 
JUAREZ – Sabe, eu sou vidrado em crossdressers e transexuais. Sei lá, gosto mais delas do que das mulheres biológicas. (pausa) E você está um tesãozinho, Any.
 
Juarez se levanta da cama e aproxima-se de Any. Eles se abraçam e se beijam. Um beijo profundo, demorado.
 
CLOSE
Mãos de Juarez acariciando as nádegas de Any.
 
JUAREZ – (entre os beijos com Any) Vamos para a cama, amor.
 
ANY – Vamos.
 
Eles vão para a cama redonda, circundada de espelhos.
 
ANY – Você quer que eu chupe seu pau, Juarez?
 
JUAREZ – Ah, se você quiser, eu vou adorar.
 
ANY – Eu chupo.
 
Any fica de joelhos, baixa a cueca de Juarez, tira o pau dele para fora e sem hesitar coloca-o na boca e começa a chupar, compenetrada, movimentando a cabeça, colocando e retirando o pau da boca várias vezes. Juarez geme de prazer. A ação dura algum tempo.
 
CLOSES de Any chupando e de Juarez com expressão de prazer.
 
Juarez tira seu pau da boca de Any, que olha para cima em direção a Juarez.
 
JUAREZ – Para, Any, senão eu vou gozar. Você chupa muito gostoso, mas não quero comer essa sua bundinha linda. Você dá para mim?
 
ANY – (levantando-se) Ah, eu dou. Mas põe devagar, tá? Seu pau é bem grande.
 
JUAREZ – Pode deixar. Você não vai sofrer nada. Eu vou comer você bem gostoso. Deixa eu tirar a sua calcinha (ele tira a calcinha de Any e então podemos ver o pau dela também duro e é bem menor do que o de Juarez) Deita ali de bruços que eu vou por a camisinha.
 
Any deita-se de bruços enquanto Juarez rapidamente coloca a camisinha. Ela retira o plug anal de seu anus. Pouco depois Juarez se aproxima dela pelas costas, já com a camisinha no pau.
 
JUAREZ – Ah, que bunda linda você tem, Any.
 
ANY – Obrigada.
 
CLOSE
O pau de Juarez se aproxima da bunda de Any e entra entre as nádegas dela. Começa a penetrá-la lentamente.
 
CLOSE
Expressão de dor no rosto de Any.
 
ANY – (gemendo) Ai.
 
JUAREZ – Está doendo? Quer que eu tire?
 
ANY – Tira. Tira um pouquinho. Depois você põe de novo.
 
Juarez retira a parte do seu pau que estava dentro do cu de Any. Ela respira aliviada.
 
ANY – Espera um pouco.
 
JUAREZ – Você não está pensando em desistir?
 
ANY – Não. Estou louca de vontade de dar. Só espera um pouco. (um tempo de espera, depois Any pede) Pode por de novo, Juarez. Devagar.
 
JUAREZ – Pode deixar, amor.
 
CLOSE
 
O pênis de Juarez começa a penetrar novamente Any.
 
CLOSE
 
Na expressão de dor no rosto de Any.
 
ANY – (gemendo) Ai.
 
JUAREZ – Está doendo.
 
ANY – Está, mas dá para aguentar. Não tira ele não.  (arqueja) Pode por mais.
 
Juarez introduz mais de seu pênis no anus de Any. Depois começa a bombá-la, movimentando os quadris, fazendo seu pênis ir e vir dentro de Any, primeiro lentamente, depois cada vez mais rápido.
 
CLOSE
Expressão prazer e gemidos de Juarez
Expressão de dor misturada com prazer no rosto de Any.
 
A ação se prolonga por algum tempo. Tomadas dos dois transando em várias posições, intercaladas com CLOSES dos dois mostrando com expressões de prazer. Falam frases desconexas de cunho sexual. Gemem.
 
CORTE FINAL.

terça-feira, 6 de outubro de 2020

Conto: MICHELLE NA CIDADE GRANDE

MICHELLE NA CIDADE GRANDE


Este conto é continuação de outro conto
que escrevi, Vovó Esmeralda.
Lucia Millet


A travesti Lana Almeida, de Palmas-TO, ainda bem jovem.
 

PARA LER ESTE CONTO COMPREM O

LIVRO DE LUCIA MILLET






A travesti Lana Almeida ainda bem jovem





Lana Almeida jovem.



 

A travesti Lana Almeida jovem.




A travesti Lana Almeida já com silicone no bumbum e nos quadris (12 litros), mas ainda sem as próteses nos seios.



 

A travesti Lana Almeida já com o silicone nos seios.



Lana Almeida, travesti.

 



Lana Almeida após a cirurgia de feminização facial.

 

 



A travesti Lana Almeida.

Lana Almeida


segunda-feira, 24 de agosto de 2020

sexta-feira, 21 de agosto de 2020

ROTEIRO: Continuação do cartoon 15

 O QUE ACONTECEU DEPOIS?

Roteiro de LUCIA MILLET 



 TATIANI – (tomando café numa caneca) Bom dia, amor! Dormiu bem?

 SIDNEY – Dormi.

 TATIANI – Desculpe eu estar pelada.

 SIDNEY – Não. Você fica linda.

 Sidney e Tatiani se beijam rapidamente na boca.

 TATIANI – (depois de tomar mais um gole de café) Gostou de ontem à noite.

 SIDNEY – Ah, gostei, né. Meu cu ainda está ardendo. Fazia muito tempo que eu não dava a bunda. Desde que eu era criança (olha para o pau de Tatiani). E o seu pau é bem grande.

 TATIANI – Ah, mas eu fui carinhosa com você, não fui?

 SIDNEY – Foi, não estou reclamando. Eu também fui carinhoso quando comi a sua bunda. (pausa) O seu cu também não fica ardendo no dia seguinte.

 TATIANI – Só um pouquinho. Já estou acostumada. Dou a bunda desde meus treze anos. E sou travesti, né. Faz parte. Quer dizer, muitos clientes são só passivos. Eu prefiro quando são ativos, ou ativos e passivos, como você.

SIDNEY – Eu adorei transar com você, Tatiani. Nunca tinha tido feito sexo tão gostoso. Nem com mulher.

TATIANI – Eu também gostei de transar com você, Sidney.  Quer dizer, foi um programa, mas foi gostoso. E eu ainda ganhei uma grana em cima. Quer coisa melhor (ela coloca a caneca de café dentro da pia). Se quiser um café, pode pagar. Só tem café, nada para comer.

 SIDNEY – Vou tomar um pouco.

 TATIANI – Pega ali (aponta onde está a garrafa térmica).

Sidney vai até a mesa, e se serve um pouco de café. Bebe um gole e depois se aproxima novamente de Tatiani.

 SIDNEY – Você tem uma bunda deliciosa, Tatiani.

 TATIANI – Obrigada (ela sorri). Então volte sempre. Você sabe onde me encontrar, né?

 SIDNEY – Sei.

 TATIANI – Então termine de tomar seu café para ir embora.

 SIDNEY – (aproximando-se novamente de Tatiani) Sabe o que é, Tatiani. Eu queria comer a sua bunda mais uma vez.

 TATIANI – Olha, Sidney, o programa terminou ontem. Se quiser fazer mais alguma coisa comigo, vai ter de pagar um extra.

 SIDNEY – Ah, Tatiani, larga de ser mercenária!

 TATIANI – Mercenária, não! Eu vivo disso, meu filho.

 SIDNEY – Ah, Tati. Eu dei todo o meu dinheiro para você. Estou só com o da condução no bolso.

 TATIANI – E eu com isso?

 SIDNEY – Ah, vai, Tatiani. Pela nossa amizade.

 TATIANI – Que amizade?! É a primeira vez que a gente sai.

 SIDNEY – Se depender de mim, vai ser a primeira de muitas. (ele abraça Tatiani por trás) Eu levantei com uma vontade danada de comer seu cuzinho de novo.

 TATIANI – É, estou sentindo seu o pau duro.

 SIDNEY – Deixa eu comer você mais uma vez, Tati. Dá próxima vez que a gente sair eu dou uma grana a mais.

 TATIANI – Olha, eu não faço fiado, não. Que história é essa: come primeiro e paga depois.

 SIDNEY – (carinhoso) Ah, Tatiani. Seja boazinha comigo (ele abraça Tatiani).

 TATIANI – Ai, Sidney, para!

 SIDNEY – Dá, vai, Tati!

 TATIANI – Ah, está bom, eu dou. Mas uma rapidinha, tá? Depois você vai embora.

 SIDNEY – Combinado (beijando o ombro e o pescoço de Tatiani). Que delícia você é.

 TATIANI – Vamos lá para o quarto (ela começa e se movimentar). Eu não fiz chuca, tá.

 SIDNEY – Não. Não precisa.

 Abraçados eles vão em direção à porta que conduz ao quarto.

 SIDNEY – Você chupa meu pau antes?

 TATIANE – Ah, Sidney, agora você já está abusando!

 SIDNEY – Ah, vai, Tatiane!

 TATIANE – Está bom, eu chupo.

 Os dois saem de cena pela porta.

 

CORTE.