sábado, 17 de agosto de 2019




Continuação do cartoon 8


CENA X – INTERIOR / DIA

Her entra de repente no quarto e dá com Kom vestindo espartilho, tanga e meias 7/8 e se olhando no espelho.

HER - Ah, então é isso que você fica fazendo trancado no quarto?

KOM – O que você está fazendo aqui?

HER – (mostrando a chave em sua mão) Usei a chave de reserva. (pausa, aproxima-se de Kom, que de tão envergonhado não consegue dizer nada) Hummm! Até que você fica bonitinho vestido assim, Kom.

KOM – (encolhida e acuada) Eu só estava brincando.

HER – Ah, eu sei do que você está brincando, Kom. (pausa, sarcástica) Está brincando de ser mulher, não é? (bem perto do rosto dele) Você sente vontade de ser mulher, Kom?

KOM (embaraçado) Não... Só gosto das roupas de mulher...

HER – (dando uma volta em torno de Kom) Que bunda bonita você tem, Kom! Bem empinadinha. Melhor do que a minha... (ri, depois quando chega na frente dele) Ah, você está com o pau duro dentro da calcinha! (ri novamente) Essas coisas me deixam excitada, sabe? (pausa, continua dando a volta torno de Kom) Linda essa lingerie. Onde você arranjou isso?

KOM – Comprei pela Internet.

HER – Você tem bom gosto. Ficou linda no seu corpo (pausa, passa a mão na cintura de Kom e depois continua num tom mais sério) Agora você está na minha mão, Kom. Se você não fizer tudo o que eu mandar, eu vou contar para todo mundo que você se veste de mulher (ela ri).

KOM – Não, Her, por favor! (pausa) Eu faço o que você quiser.

HER – (continuando a andar em torno de Kom) Hummm, é assim que eu gosto.

KOM – O que você quer?

HER – Ah, não sei. Acho que fiquei com um pouco de tesão de ver você vestido assim, Kom. (pausa) Acho que vou querer transar com você.

KOM – Transar? Como assim?

HER – (aproximando-se bem de Kom) Ora, transar. Fazer sexo. Você já transou alguma vez, Kom?

KOM – Não... Quer dizer, eu transo sozinho...

HER – Ah, fica excitado vestido de mulher? Depois bate uma, né?

KOM – (sem jeito) É...

KOM – Sabe, eu já transei... Várias vezes, e com caras diferentes... Posso te dizer uma coisa: a dois é muito melhor do que sozinho (ri).

KOM – Deve ser, eu não sei...

HER – Então vamos transar, Kom?

KOM - Você é quem sabe...

HER - (aproxima-se mais de Kom) Primeiro vamos libertar seu pau de dentro calcinha.

Her abaixa a parte da frente da calcinha de Kom e o pau dele duro sai para fora.

HER – Ele está bem duro, apesar do susto que você levou quando me viu entrando pela porta. (ri, depois) Vou fazer uma coisa que você vai gostar...

Her se ajoelha diante de Kom, pega o pau dele com a mão e depois começa a chupar.

KOM – (surpreso) Her...

Her não responde, continua chupando o pau de Kom, movimentando cabeça, fazendo o pau de Kom entrar e sair de sua garganta. Às vezes tira o pau de Kom da boca e o lambe como a um picolé e logo depois volta a colocá-lo de novo na boca e volta a chupar.

CORTES para marcar a passagem do tempo.

CLOSES dos rostos de Her e de Kom. Kom nitidamente está nas nuvens de prazer.

De repente, Her para de chupar o pau de Kom, olha para ele e diz:

HER – Agora vamos para a cama, Kom.

Her se levanta e arrasta Kom pela mão em direção à cama. Her começa a tirar as roupas dela. Kom faz menção de tirar a lingerie que está usando.

HER – O que você está fazendo?

KOM – Não é para eu tirar também?

HER – (terminando de se despir) Não, quero você vestidinho assim!

Kom fica em pé, com a calcinha abaixada e o pau duro. Her vai para a cama, deita-se de barriga para cima e abre as pernas e ordena:

HER – (a Kom) Agora venha aqui, menina.

Kom, meio temeroso, sobe na cama de joelhos e se deita sobre Ker, mas desajeitado não consegue penetrá-la. Her que pega o pau de Kom e enfia em sua vagina.

HER – (suspirando) Agora sim. (pausa, depois) Vamos, Kom, mexa-se!

Kom começa a movimentar os quadris fazendo o movimento de ir e vir dentro de Her. A transa, meio desajeitada no começo, com o tempo vai pegando ritmo. Her e Kom estão cada vez mais excitados.

TOMADAS GERAIS intercaladas com CLOSES de Her e de Kom.

CLOSE mão de Her, que passeia pela bunda de Kom. De repente, ela enfia o dedo no cu de Kom.

KOM – O que é isso, Her?

HER – É o meu dedo no seu cu. Vou fazer um fio-terra em você.

KOM – Ah, não...

HER – Quieta! Você tem de fazer tudo o que eu mandar, lembra? (pausa) Depois você vai gostar...

E continuam transando, agora dois dedos de Her estão enfiados no cu de Kom.

TOMADAS GERAIS intercaladas com CLOSES de Kom e de Her e da mão dela com os dedos enfiados no cu de Kom.

CORTE FINAL



terça-feira, 6 de agosto de 2019





Continuação do cartoon 5

(cartoon traduzido por Lucia Millet)

CENA X – INTERIOR/DIA

PATRÍCIA – (para Paula) Então, cdzinha! Você achava que podia se vestir de mulher e não ia receber nada em troca? (mais enfática) Prepare-se para perder a sua virgindade.

PAULA – (debatendo-se inutilmente, pois está sendo segurada por três homens fortes) Não! Por que você está fazendo isso comigo, Patrícia? (grita) Socorro! Me ajudem!

Rapidamente um dos rapazes coloca uma mordaça na boca de Paula.

PATRÍCIA – Ah, que coisa feia você gritar desse jeito. De qualquer maneira ninguém vai ouvir você aqui onde está.

Paula se debate e faz gestos de que quer falar alguma coisa.

PATRÍCIA – O que você quer, Paula? (e afasta a mordaça da boca de Paula).

PAULA – (ofegante) Por favor, a mordaça não. Eu não grito mais, prometo.

PATRÍCIA – Está bom, Paula. Vou confiar em você (e retira totalmente a mordaça de Paula).

PAULA – Por que você está fazendo isso comigo, Paula? Eu só gosto de me vestir de mulher, não sou gay.

PATRÍCIA – Ah, eu sei que você não é gay. Você é uma mulher, não é Paula. E toda mulher – quer dizer, quase todas – gosta de levar vara. Você não tem vontade de deixar de ser virgem?

PAULA – (já não se debatendo) Um dia, quando conhecer alguém que eu goste.

PATRÍCIA – Ai, quer perder a virgindade só depois do casamento. Que coisa mais antiga! Hoje em dia ninguém mais casa virgem. Ainda mais uma menina tão bonita quanto você, Paula (fala para os três homens) Vocês não acham ela bonita, rapazes?

RAPAZ 1 – É, ela linda!

RAPAZ 2 – (falando sensualmente perto de Paula) É, uma gracinha!

RAPAZ 3 – (lambendo os lábios) Deliciosa!

PAULA – (assustada) Vão ser os três?

PATRÍCIA – Ah, não! Acho que para uma primeira vez ia ser muito para você, Paula. Vai ser um só. Qual deles você escolhe para te desvirginar.

PAULA – (desesperada) Não escolho nenhum! Eu não quero!

PATRÍCIA – Vai ter de escolher um, menina. Hoje você não sai daqui virgem!

PAULA – (debatendo-se) Não.

PATRÍCIA – Se você está em dúvida entre os três, eu posso escolher para você. Você quer? (Paula não responde, Patrícia olha os três rapazes de cima a baixo) Escolho o...  o Douglas. É, para uma primeira vez é melhor com ele. O Pedro e o Ricardo são mais bem dotados, mas o Douglas também tem um pau de bom tamanho. Você não vai ficar mal servida, Paula!

PAULA – (desesperada) Por favor, não!

PATRÍCIA – É inevitável. Relaxa, menina. Hoje você vai deixar de ser virgem e vai lembrar deste dia para o resto da vida. Eu ainda me lembro da minha primeira transa... (sorri, depois continua em outro tom) E não se preocupe, Douglas vai ser bem carinhoso como você. Não é Douglas.

DOUGLAS – Pode deixar, Patrícia (a Paula) Eu vou cuidar bem da menina.

PAULA – (quase chorando) Não, por favor!

PATRÍCIA – (ordena) Levem Paula para a cama, rapazes.

Os três levantam Paula no ar e a levam para a cama de casal que tem várias correias de couro para imobilizar uma pessoa. Paula se debate inutilmente. Ela é deitada de bruços e os três homens prendem suas mãos e os pés com as correias.

DOUGLAS – (abaixando a calcinha de Paula até os joelhos dela) Olha, que bundinha linda ela tem!

PAULO – (a Paula) Gostosa!

PEDRO – (olhando Paula) Queria estar no seu lugar, Douglas!

PATRÍCIA – (aproximando-se da cama) Calma, rapazes, vamos abrir um pouco a menina antes. Afinal, ela é uma virgem. (mostra um vibrador a Paula) Primeiro eu vou colocar isso em você, Paula.

PAULA – Não.

PATRÍCIA – É para seu bem, menina. Assim vai doer menos quando o pau do Douglas entrar.

Um dos rapazes passa gel lubrificante entre as nádegas de Paula.

PATRÍCIA – (aproximando o vibrador da bunda de Paula) Lá vai, Paula.

PAULA – (desesperada) Não, por favor... (é interrompida pelo vibrador que penetra seu cu) Aiiiii...

PATRÍCIA – Está doendo, Paulinha?

PAULA – Ai. Está.

PATRÍCIA – Larga de ser fresca, menina! O vibrador nem é tão grande assim.

PAULA – (com ódio) Por que então você não envia no seu cu?

PATRÍCIA – (irônica) Para mim é pequeno. Meu cu já levou coisa muito maior (ri e começa a movimentar o vibrador para frente e para trás dentro de Paula)

PAULA – (irritada) Sua desgraçada! Eu não devia ter aceitado seu convite de vir aqui me montar.

PATRÍCIA – Calma menina. Toda virgem tem um pouco de medo na primeira vez, mas depois acaba gostando. (ri) Já parou de doer, Paula?

PAULA – Parou. Ainda dói um pouco.

PATRÍCIA – Pronto, já está melhor, né?

Patrícia continua movimentando o vibrador enfiado em Paula. A ação se prolonga por algum tempo. Paula geme conformada.

PATRÍCIA – Está gostoso agora?

PAULA – Não. Não estou gostando nada disso!

PATRÍCIA – Quando for com o Douglas vai ser muito melhor. Nada como um pau de verdade (a Douglas e está terminando de colocar a camisinha no pau) Está pronto, Douglas!

DOUGLAS – Estou louco para pegar essa menina!

PAULA – (desesperada) Ainda não. Espere mais um pouco...

PATRÍCIA – Ah, Paula, é melhor não ficar adiando (ri).

DOUGLAS – (a Paula) Não fique nervosa, Paula. Você vai gostar de mim...

PAULA – (quase chorando) Nãããooo!

Douglas já com o pau bem duro sobe na cama enquanto Patrícia retira o vibrador do cu de Paula.

PATRÍCIA – Pronto, Douglas. Ela é toda sua.

PAULA – (quase chorando) Nãããooo!

Douglas dirige seu pau na direção do cu de Paula e pouco depois começa a penetrá-la.

PAULA – (grita) Aiiiii. Nãããooo.

DOUGLAS – Pronto, Paula, já estou dentro de você. (pausa) Ah, mas que cuzinho mais gostoso. (a Paula) Ela está bem apertadinha ainda. Deve ser virgem mesmo, Patrícia.

Douglas começa o movimento de ir e vir com o quadril fazendo seu pau se movimentar dentro de Paula, que geme baixinho. A ação se prolonga por algum tempo. Patrícia e os outros dois rapazes observam em silêncio. Paula não se debate mais, apenas emite gemidos que podem ser de  dor ou de prazer.

TOMADAS GERAIS de Paula e Douglas transando na cama, gemidos, som de corpos se esfregando e se chocando. Patrícia e os outros dois rapazes assistem a transa excitados, como se estivessem vendo um filme pornô.

CLOSES de Paula e Douglas enquanto transam, e de Patrícia. No rosto de Paula pode-se notar agora uma certa expressão de prazer.

CORTES para não mostrar a transa toda. O ritmo do coito vai aumentando a cada uma das tomadas.

CLOSE agora é nítida a expressão de prazer no rosto de Paula.

CORTES até que Douglas e Lucia finalmente atingem o orgasmo.

 Depois de algum tempo, Patrícia se aproxima da cama. Douglas já se levanta e começa a tirar a camisinha do pau. Patrícia se debruça sobre Paula, que ainda está amarrada, e fala com ela.

PATRÍCIA – E então, Paula, agora você é uma mulher completa. Você gostou?

PAULA – (suspirando) Ah! (pausa) Gostei...

CORTE.

segunda-feira, 29 de julho de 2019


Continuação do cartoon 3




CENA X – INTERIOR, NOITE.

BRUNO – (acariciando a cabeça de Gabriela, que está de joelhos diante dele) Muito bem, você chupou direitinho. Agora vamos ver como dá a bunda. (Bruno para de acariciar Gabriela e ordena) Agora fique em pé.

Gabriela levanta-se e permanece de cabeça baixa diante de Bruno. Bruno dá uma volta em torno dela.

BRUNO – (acariciando as nádegas de Gabriela) Humm! Você tem uma bela bunda, Gabriela!

GABRIELA – (levantando só um pouco a cabeça) Obrigada!

BRUNO – (ríspido) Senhor.

GABRIELA – (com a cabeça baixa) Obrigada, senhor!

BRUNO – Agora vá deitar lá na cama (diz ele apontando). De bruços.

GABRIELA – Sim, senhor.

Gabriela se deita na cama e começa a passar gel em seu cu, enquanto Bruno em pé coloca a camisinha no pau.

GABRIELA – Por favor, senhor, põe devagar. Eu não estou muito acostumada!

BRUNO – Não vai me dizer que você é virgem?

GABRIELA – Sou. Quer dizer, eu já enfiei umas coisas, tenho um vibrador em casa. Mas vai ser minha primeira vez com um pau de verdade.

BRUNO – Então tecnicamente você não é mais virgem. Você é uma piranha. Repita comigo: eu sou uma piranha.

GABRIELA – Eu sou uma piranha.

BRUNO – Eu sou uma putinha.

GABRIELA – Eu sou uma putinha.

BRUNO – (aproximando-se de Gabriela) E o vibrador que você tem, é grande?

GABRIELA – Não, não é muito grande, senhor.

BRUNO – Do tamanho do meu pau?

GABRIELA – (olhando para o pau de Bruno) Acho que é um pouco menor.

BRUNO – Você já está acostumada então. Não é, sua piranha?

GABRIELA – Um pouco. (pausa) Mas vai ser minha primeira vez real.

BRUNO – (sentando-se na cama ao lado de Gabriela e novamente acariciando a bunda dela) Quer dizer que eu vou ser o primeiro a comer o seu cu?

GABRIELA – Vai, senhor.

BRUNO – (ríspido) Eu não estou acreditando muito nisso, piranha. Você deve dizer o mesmo para todo mundo para quem dá a bunda.

GABRIELA – (enfática) Não! É verdade, senhor, eu juro. Nunca dei a bunda.

BRUNO – Hum, vamos ver. E você está com vontade de dar?

GABRIELA – Ah, eu estou. Sempre sonhei com esse dia.

BRUNO – Está com tesão no cu, não é, sua putinha?

GABRIELA – Estou. Só peço que ponha devagar...

BRUNO – (ríspido) Quieta! (volta a alisar a bunda de Gabriela) Pode deixar, vou cuidar bem do seu cuzinho. Vou cuidar bem, mas também vou comer bem ele. Viu, putinha? (ri)
                                 
Bruno, já com o pau bem rijo, se deita sobre Gabriela. Com uma mão ele dirige seu membro para a região da bunda de Gabriela onde fica o cu e logo depois começa a penetrá-la.

GABRIELA – (geme) Ai.

BRUNO – Está doendo, putinha?

GABRIELA – Ah, um pouco. Ai.

BRUNO – É, você ainda está bem apertadinha. Quase uma virgem. (ri) Vou colocar só a pontinha para o seu cu se acostumar. Depois eu ponho o resto...

Os dois ficam sem falar nada por algum tempo. Gabriela geme baixinho.

BRUNO – Já está melhor?

GABRIELA – Está, senhor!

BRUNO – Vou enfiar mais então. Você quer mais, sua piranha?

GABRIELA – (ofegante) Ah, quero.

BRUNO introduz mais uma parte do pau no cu de Gabriela, que geme. Depois Bruno começa o movimento de ir e vir com o quadril, fazendo seu pau se movimentar dentro de Gabriela.

BRUNO – Está bom, putinha?

GABRIELA – (ofegante) Ah! Está.

BRUNO – Ah, você tem cuzinho bem gostoso, Gabriela.

GABRIELA – Obrigada, senhor.

BRUNO – Só está um pouco apertado ainda. Eu vou arrombar esse seu cuzinho. Você quer que eu te arrombe?

GABRIELA – Quero. Quero, sim. Me arromba.

BRUNO – Então toma! (e aumenta a intensidade do movimento de ir e vir) Toma, sua putinha.

GABRIELA – Ai, amorzinho!

BRUNO – Que amorzinho, nada. Toma no seu cu, sua putinha!

GABRIELA – (gemendo) Ai, amor!

Os dois ficam transando por algum tempo, sem dizer nada, apenas gemendo. De repente, Bruno rompe o silêncio.

BRUNO – Está gostando da minha pica, hein, piranha?

GABRIELA – Estou adorando!

BRUNO – É melhor do que o vibrador?

GABRIELA –  Ah, muito melhor!

A câmera alterna TOMADAS GERAIS dos dois transando, com CLOSES do rosto deles. A ação se prolonga por algum tempo. Ouvem-se apenas palavras ininteligíveis, gemidos e o barulho dos corpos se esfregando e se chocando.

CORTE.





sexta-feira, 19 de julho de 2019





A CDZINHA GRÁVIDA


Naquela época eu tinha uns dez. Tempos antigos, anos sessenta (não queria revelar o quanto sou velha). Não havia muita sobre sexo. Na TV o assunto era proibido e na escola não tinham começado ainda dar aulas de educação sexual. Descobri minha sexualidade sozinho e não sei por quê comecei pelo cu. Enfiava o dedo molhado com saliva e imaginava que era mulher sendo penetrada e fantasiava mil histórias. Meu pau ficava duro enquanto me masturbava pelo cu, mas eu não mexia nele, e quando gozava (ainda sem ejacular) era avisado pelas contrações no cu e uma sensação estranha me avisava que era hora de parar, o que me deixava um pouco decepcionado, por mim eu ficaria muito mais tempo fazendo aquilo. A descoberta de que poderia ter prazer movimentando o pênis com a mão para frente e para trás só veio depois, juntamente com fantasias masculinas de possuir mulheres. Mas mesmo nesta fase, continuava sentindo um prazer de enfiar as cuecas no meu rego e de me olhar no espelho. Quando tinha alguma calcinha disponível era melhor ainda, ficava excitadíssimo com a imagem da minha bunda com a calcinha enfiada no rego, e olhem que ainda não começado a moda do fio-dental.
Paulo e eu morávamos na mesma rua, brincávamos juntos. Naquela época não existiam videogames, celular, computador, nós jogávamos futebol, bola de gude, empinávamos pipas. De vez em quando Paulo arranjava umas revistas de sacanagem que pegava do irmão mais velho dele. A gente via as revistinhas, ficava com o pau duro e depois batia uma. Aquelas revistinhas desenhadas com histórias pornográficas exerciam um verdadeiro fascínio sobre nós e despertavam nossa imaginação. Revistas mais realistas com fotos de sexo e filminhos pornôs ainda estavam muito longe de nós.
Um dia foi à casa de Paulo ver algumas revistinhas de sacanagem. Ficamos os dois muito excitados e, aproveitando que não tinha mais ninguém na casa, resolvemos fazer um troca-troca, quer dizer, não era bem um troca-troca porque só eu ia dar a bunda. Não sei por quê aquela divisão parecia mais natural, Paulo era um pouco mais velho que eu e mais atirado, enquanto eu era tímido. Combinamos que da próxima vez inverteríamos os papeis e eu comeria a bunda dele. Paulo sugeriu mais uma brincadeira:
– Olha, Marcelo, aqui em casa tem uma caixa com roupas que eram da minha prima. Aquela gostosa. Tem calcinha, sutiã, um monte de coisas. Você podia vestir as roupas dela. Só para fazer de conta.
A proposta era tentadora. Fiquei mais excitado ainda, lembrando das calcinhas que eu vestia escondido em casa.
– Deixa eu ver as roupas primeiro – eu disse.
Fiquei encantado quando vi as coisas que estavam numa grande caixa de papelão. Logo me chamou a atenção o conjuntinho calcinha e sutiã cor-de-rosa.
– Este conjunto é lindo – disse.
– Veste, para ver como fica em você – sugeriu Paulo.
Tirei minha roupa e vesti a calcinha e o sutiã e corri para frente do grande espelho que havia da porta do guarda-roupa. O conjuntinho ficou perfeito no meu corpo, bem do meu tamanho. Para fazer o volume dos seios, coloquei um pé de meia enrolado dentro de cada um das taças.
– Você fica parecendo uma menina – exclamou Paulo.
Depois de me olhar bem no espelho, de frente e de costas, voltei para a caixa de roupas para procurar mais coisas. Escolhi uma minissaia branca de malha, bem curtinha e justa, e uma blusinha azul-clara de alças. Vesti e corri novamente para frente do espelho. Era a primeira vez que vestia uma roupa de mulher completa, até então só me interessava pelas calcinhas. A saia apertada destacava minha bunda empinada e a blusinha com o sutiã por baixo dava impressão que eu tinha seios de verdade e ainda deixava as alças do sutiã à mostra.
– Nossa, você ficou bem gostosinha! – exclamou Paulo.
– Se eu deixasse os cabelos mais compridos ficaria ainda melhor – foi a única coisa que consegui dizer fascinado com minha imagem no espelho.
– Vamos transar, Marcelo? – disse Paulo aproximando-se de mim.
– Espera um pouco, Paulo. Deixa eu me ver melhor – respondi.
– Eu já estou louco de tesão – disse ele aflito.
Eu também estava com tesão, meu pau duro dentro da calcinha estufava a parte da frente da saia.
– Está bem, vamos – respondi.
Fomos para a cama. Tirei a blusinha, a saia e a calcinha, fiquei apenas com o sutiã e me deitei de bruços na cama enquanto Paulo lubrificava o pau com vaselina, que era o que tínhamos ouvido dizer que as pessoas usavam para transar.
– Você não vai tirar isso – perguntou Paulo referindo-se ao sutiã.
– Não. Quero ficar com ele – respondi.
Pouco depois Paulo estava deitando-se sobre mim. Um arrepio percorreu meu corpo quando senti o pau dele, dele duro e quente entre as minhas nádegas. Pouco depois ele achou a entrada do meu cu e começou a entrar em mim.
– Ai! Está doendo! – exclamei.
– Quer que eu tire um pouco? – Paulo perguntou.
– Tira – pedi.
Paulo tirou a parte pau que já tinha entrado no meu cu. Senti alívio imediato, mas continuava com o desejo de ser comida, não queria que aquilo acabasse pela metade. Após uma pausa, pedi.
– Põe de novo, Paulo. Mas devagar, tá?
– Pode deixar, eu vou por só a cabecinha – disse Paulo e logo em seguida senti o pênis dele novamente forçando entrada do meu cu e pouco depois estava me penetrando.
– Ai – exclamei.
– Está doendo? – perguntou Paulo
– Um pouco, mas dá para aguentar. Pode deixar ele ficar – respondi.
Paulo começou o movimento de ir e vir. Senti um pau dele se movimentando dentro de mim. Meu cu ainda ardia, mas a sensação era boa, sentia uma espécie de realização, finalmente estava fazendo sexo.
– Pode pôr mais – pedi.
Paulo enfiou seu pau até a metade em mim e continuou com o movimento de ir e vir, agora mais rápido. Eu também me movimentava sem parar, virava a cabeça, rebolava... Sentia a respiração ofegante de Paulo na minha nuca, o ruído de nossos corpos se esfregando e se chocando, enquanto o pau dele ia e vinha dentro de mim, cada vez mais rápido. Torcia para que ele demorasse bastante para gozar, aquilo era bom demais. Acabamos gozando quase ao mesmo tempo.

*          *          *

No dia seguinte tudo normal, meu cu nem ardia mais. Então veio na minha cabeça a ideia de que eu podia estar grávida, de que eu estava grávida! Era um final de semana prolongado, tinha caído um feriado na sexta, e eu não conseguia parar de pensar naquilo. Meu Deus, eu estou grávida! Eu sabia que depois de transar é que as pessoas ficavam grávidas, mas não tinha muitos detalhes. Eu dei a bunda para o Paulo, logo devia estar grávida. Agora como é que vai ser? E depois, por onde é que o bebê ia sair. Pelo meu cu certamente. Mas se o pau do Paulo que não era tão grande já tinha ardido, imagina uma criança saindo?
Pior que não havia ninguém para eu perguntar. Quer dizer, podia falar para minha mãe, mas estava tão certa da minha gravidez que achei melhor não entrar no assunto com ela. Amigos, vizinhos, não tive coragem de falar com ninguém. E toda a família de Paulo tinha ido passar o final de semana prolongado fora da cidade. Se Paulo estivesse ali, na certa iria falar com ele, afinal ele que ia ser o pai da criança.  




Ai, meu Deus, sentia calafrios e o coração batendo mais forte só de pensar naquele filho que tinha dentro de mim. E ter de guardar o segredo, sem poder falar com ninguém, só aumentava a minha agonia. No final todos iam ficar sabendo que eu estava grávida, não ia dar para esconder minha barriga crescendo cada vez mais. E meus pais? Na certa iam querer saber quem era o pai da criança. A gravidez tornava público meu segredo mais íntimo, todo mundo ia ficar sabendo que eu tinha dado a bunda para o Paulo. Ai, meu Deus, sentia calafrios só em pensar!
À noite demorava a pegar no sono, no escuro do quarto não conseguia parar de pensar naquilo. Havia uma criança dentro de mim, esperando para nascer. Apalpava a barriga para ver se sentia algum movimento estranho. E depois, o que ia fazer com a criança? Na certa eu ia ter de criar. Nem me importava se seria menino ou menina, era uma criança, chorando, tendo que trocar fraudas, dar mamadeira, ninar para dormir, levar no posto de saúde para tomar vacina... De repente um pensamento ainda mais terrível ainda veio na minha mente. Será que meus peitos iam crescer como o das mulheres para que eu pudesse amamentar o bebê? Não podia acreditar que aquilo estava acontecendo comigo!
Eu me sentia culpada, a minha gravidez devia ser um castigo de Deus. Bem feito, para eu aprender a não me vestir de mulher nem dar a bunda. Um menino não devia fazer essas coisas, isso é coisa de menina, se vestir de mulher e dar a bunda. Se eu fosse mais homem, nada teria disso teria acontecido. Quem manda ser sem-vergonha. É, sem-vergonha mesmo, porque eu tinha adorado a transa com o Paulo. Deus, por favor, me ajude! Se você eu me livrar dessa, prometo que nunca mais não me visto de mulher nem dou a bunda.





*           *           *

Na segunda-feira, assim que cheguei à escola, corri para a biblioteca. Apesar de não termos aulas de educação sexual, havia alguns livros na biblioteca sobre o assunto. Com vergonha pedi um livro desses para a atendente, já prevendo que ela fosse se recusar a entregá-lo a mim porque falava sobre sexo. Mas não, pouco depois eu estava sentando em uma das mesas com o livro na mão. Ele tinha várias ilustrações, não mostrava nenhum ato sexual, mas havia desenhos de homens e mulheres nus, mostrando como eles eram por dentro. Fui direto para a parte que me interessava, como eram geradas as crianças e como elas nasciam. Comecei a ler. Logo percebi que o livro só se referia à gravidez das mulheres e o nenê depois de nove meses sai pela buceta delas. E havia até um desenho de uma mulher com o bebê dentro da barriga. Só as mulheres podiam ter filhos, homens não. Pronto, eu estava livre, foi como se um grande peso saísse de cima de mim. Saí da biblioteca leve como uma pluma.
Naquela tarde, depois da escola, encontrei-me com Paulo novamente. Era a primeira vez que a gente conversava depois da transa que tivemos.  Não falei nada do terror pelo qual tinha passado no fim de semana pensando que estava grávida. Agora que tudo tinha passado a coisa toda me parecia tão ridícula que até sentia vergonha de contar.
– Marcelo – disse Paulo – Eu escondi aquelas roupas da minha prima que você usou. Quando você quiser, pode ir lá em casa e vestir de novo.
– Para você comer a minha bunda de novo, né? – eu disse – Nesse nosso troca-troca só eu é que levo vara.
– Você parecia que estava gostando – disse Paulo sorrindo e depois completou – Você ficou uma gatinha com aquela roupa. Comigo não ia ser mesma coisa.
 Adorei o elogio. Não podia negar que as roupas da prima dele tinham ficado lindas no meu corpo.
– Olha, se você quiser – prosseguiu Paulo – amanhã não vai ter mais ninguém em casa. Você podia ir lá de novo...
A proposta era tentadora. Só de pensar em vestir aquelas roupinhas outra vez e dar a bunda, meu pau tinha ficado duro. Pelo jeito o nosso troca-troca ia continuar de mão-única, eu dando e Paulo me comendo. Imediatamente abandonei a promessa que tinha feito de não me vestir mais de mulher nem dar a bunda. “Deus, desculpe, minha gravidez foi um engano. A promessa não está valendo, tá?” E já que não havia perigo de eu engravidar, por que não aceitar?
– Está bom – respondi – Amanhã eu vou lá com você...

FIM



OBS.:Este conto foi baseado no depoimento que professora transexual HERBE DE SOUZA SILVA deu para o Museu da Pessoa.


Para ver o depoimento dela, click no link do YouTube abaixo.


sexta-feira, 12 de julho de 2019

Continuação do cartoon 6




ROTEIRO


KIM – levantando a saia) Tenho uma surpresa para você.

KOM – (olhando surpreso) O que?

KIM – É, eu sou uma transexual.

KOM – (embaraçado) Eu não sabia. Não dá para perceber...

KIM – (aproximando-se de Kom) Então, vai encarar ou vai procurar uma mulher de verdade.

KOM – Não sei. Foi uma surpresa. A gente se conhece faz pouco tempo, né? (pausa) A verdade é que eu gostei de você desde a primeira vez que eu te vi.

KIM – Eu também gostei de você. Acho que é por isso que a gente está aqui.

KOM – Ah, sei lá, namorar... Para ver no que vai dar... Eu não tenho nada contra você ser trans. Só não estava preparado.

KIM – (colocando as mãos nos ombros de Kom) Você está me pedindo em namoro?

KOM – (sem jeito)  É. Coisa antiga, né?

KIM – (aproximando-se ainda mais de Kom) Ah, não! Eu acho romântico.

Suas bocas se aproximam. E começam um longo beijo. Meio tímido no começo e que depois vai ficando cada vez mais ardente. Os braços apertados, as mãos acariciando. A ação se prolonga por um certo tempo.

CORTE.



Obs.: texto escrito sob o efeito da canabis e está sem revisar. Desculpem alguma coisa.

quinta-feira, 27 de junho de 2019


Continuação do cartoon 2

 (continuação do cartoon)
Kim se aproxima de Kon usando apenas uma calcinha preta com rendas e enfeites. Chega até bem próximo dele.
Kim – Faça de conta que eu sou uma mulher.
Kom – (amedrontado, sem saber o que fazer com as mãos) Mas, o que é isso, Kim... Por que você está de calcinha?
Kim – Você não acha que eu fico bem assim?
Kom – Fica, mas não está certo, você é homem...
Kim – Quando eu visto uma calcinha eu me sinto mulher.
Kim aproxima seus lábios dos de Kom. Kim beija Kom na boca. Ele resiste no começo, mas acaba cedendo. Beijam-se.
Kim – (afastando os lábios da boca de Kom) Você está com o pau duro, Kom.
Kom – Você também, Kim.
Kim – (sensualmente) Não ligue para o meu pau, ele não vai ser usado para nada. Eu quero ser mulher para você. Pode fazer o que quiser comigo.
Kom – (embaraçado) Eu não sei bem o que...
Kim – (depois de uma pequena pausa) Escuta, você quer que eu chupe seu pau?
Kom – (sem jeito) Bom, se você quiser...
Kim – (sensual) Claro que eu quero!
Kim fica de joelhos diante do Kom, desabotoa o cinto dele, abre o ziper da calça e finalmente abaixa a cueca para libertar o pênis dele já duro. Kim coloca o pênis de Kom inteiramente na sua boca e começa a chupar, movimentando a cabeça num para frente e para trás. De vez em quando, sem parar de chupar, Kim olha para cima, para o rosto de Kom. Outras vezes ela tira o pênis da boca e o lambe como um picolé, para depois voltar a chupá-lo.
Kom – (sentindo prazer) Você chupa bem, Kim...
Kim – (tirando o pênis um de Kom da boca) Você ainda não viu nada, Kom!
Kom sorri e Kim volta a chupá-lo com vontade. Ficam assim por algum tempo.
Kom – (retirando seu pênis da boca de Kim) Para. Senão eu vou gozar. Quero comer você.
Kim – (levantando-se) Está bem. Vamos para a cama.
Kim caminha a diante de Kom, rebolando o máximo que pode. Quando chega diante da cama ele para tira a calcinha delicadamente e se deita de bruços, colocando uma almofada embaixo do quadril para deixar sua bunda ainda mais empinada.
Kim – (apontando) Tem lubrificante em cima do criado-mudo. Passa no pau e me dá um pouco para eu passar na minha bunda.
Kom e Kim se lubrificam.
Kom – (aproximando-se de Kim) Posso. Estou louco de tesão.
Kim – Pode. Mas põe devagar, senão não doi muito...
Kom – (deitando-se sobre Kim) Pode deixar, eu tomo cuidado. Você tem uma bunda linda, Kim.
Kim – (sorrindo) Obrigada!
Kom aproxima o pênis do cu de Kim.
Kim – (olhando para trás) Um pouco mais para baixo, Kom. É, aí... Põe... (gemendo) Ai...
Kom – Está doendo? Quer que eu tire?
Kim – Não... Não tira. Dá para aguentar... Pode deixar ele ficar onde está.
Ficam assim por alguns instantes, os dois se movimentando suavemente. Depois de um tempo, Kim pede.
Kim – Põe mais, Kom (Kom penetra mais um pouco em Kim, depois faz uma pausa). Mais um pouco (Kom a penetra mais. Kim em êxtase exclama) Põe tudo! Põe tudo!
Kom depois de penetrar Kim inteiramente começa a se movimentar indo e vindo dentro dela. Kim também se movimenta embaixo de Kom. O ritmo vai aumentando aos poucos. Os dois gemem, dizem coisas.
Kom – Como sua bunda é gostosa, Kim.
Kim – Seu pau também é uma delícia, Kom!
Eles se movimentam ainda mais rápido, com gemidos e palavras ininteligíveis.
Kom – (ofegante) Eu vou te comer bem, Kim!
Kim – (agitada) Come, come mesmo a sua putinha!
A câmera passeia pelos corpos dos dois em movimento.
CLOSES do rosto de Kom e de Kim, intercalados com TOMADAS GERAIS.
A ação se prolonga por algum tempo.

CORTE.