quarta-feira, 11 de novembro de 2020

ROTEIRO - Continuação do cartoon 18

 


Personagens:

- Sidney – rapazinho de quinze ou dezesseis anos.

- Gustavo – rapaz um pouco mais velho, de dezoito ou vinte anos.

 

CENA 1 – (INTERIOR, DIA) QUARTO DE SIDNEY.

 

GUSTAVO – (dando uma forte palmada na bunda de Sidney) Vou te ensinar a nunca mais se vestir de mulher.

SIDNEY – Ai.

GUSTAVO – (dando uma nova palmada na bunda de Sidney) É isso o que você quer ser, primo. Um viadinho.

SIDNEY – Ai. Eu não sou viado.

GUSTAVO – (mais uma palmada) Ah, não é. Eu te peguei vestido de mulher, não foi? Por que estava fazendo isso?

SIDNEY – Ah, sei lá. Eu gosto.

GUSTAVO –Ah, gosta porque é viado (dá mais uma palmada).

SIDNEY – Ai.

GUSTAVO – Vai ver que já deu a bunda, né? (dá outra palmada)

SIDNEY – Não. Nunca dei. Juro.

GUSTAVO – Nem enfiou nenhuma coisa.

SIDNEY – De vez em quando eu enfio o dedo. Só isso.

GUSTAVO – Ah, então você sente vontade de dar, né, sua putinha? (dá outra palmada)

SIDNEY – Ai.

GUSTAVO – (mudando de tom) Sabe, priminho, você tem uma bunda bem bonita. (começa a alisar a bunda de Sidney) Carnuda. Empinada.

SIDNEY – Para com isso, Gustavo!

GUSTAVO – (falando com tesão) É, acho que você ia gostar de dar a bunda. Não, Sidney.

SIDNEY – Não.

GUSTAVO – (irônico) Você não quer ser mulher? Então tem que levar vara também.

SIDNEY – Ah, não sei.

GUSTAVO – Você não quer dar essa bunda gostosa para mim, Sidney?

SIDNEY – Não. Não quero.

GUSTAVO – (dando uma forte palmada no traseiro de Sidney) Dá a bunda para mim, putinha.

SIDNEY – (após um grito) Não.

GUSTAVO – (dando uma forte palmada no traseiro de Sidney) Dá a bunda para mim, putinha.

SIDNEY – (após um grito) Não.

GUSTAVO – (dando uma forte palmada no traseiro de Sidney) Dá a bunda para mim, putinha.

SIDNEY – (após um grito) Ai, está bom. Não bate mais. Eu dou.

GUSTAVO – (satisfeito) Ah, é assim que se faz, menina. (levanta-se e fazendo Sidney levantar-se com ele) Vamos lá para a cama. Só tira só a calcinha, o resto deixa. Eu quero comer você assim, vestidinho de mulher.

SIDNEY – Ai, Sidney, não.

GUSTAVO –Vamos lá, viadinho. (empurra Sidney para a cama) Agora fica ai deitado de bruços.

SIDNEY – Estou com medo. (ele se deita de bruços na cama) Eu nunca enfiei nada muito grande, do tamanho de um pau.

GUSTAVO – Calma, menina. Vai doer um pouco no começo, mas depois você vai gostar.

SIDNEY – Ai. Está bem

GUSTAVO – (passando cuspe no pau para lubrificar) Vou passar bastante cuspe no pau para lubrificar. E você também passa seu cu .

SIDNEY – (lubrificando o cu com saliva) Não vai doer muito?

GUSTAVO – Pode deixar, eu vou por devagar. Vou cuidar bem do seu cuzinho, menina.

 

Gustavo já com o pau bem duro deita-se em cima de Sidney e com uma das mãos ajeita o pau na entrada do cu de Sidney.

 

SIDNEY – (com expressão de dor) Ai.

GUSTAVO – Está doendo, menina.

SIDNEY – Está.

GUSTAVO – Deixa eu tirar um pouco. (ele retira a parte do pênis que estava dentro de Siney). Seu cu é bem apertadinho.

SIDNEY – (respirando aliviada) Espera um pouco. Depois você põe de novo.

 

Os dois aguardam por alguns instantes.

 

GUSTAVO – Você fica uma delícia vestido desse jeito, Sidney.

SIDNEY – Obrigado.

GUSTAVO – (aproximando novamente o pênis da bunda de Sidney) Posso por de novo, menina?

SIDNEY – Pode. Mas devagar.

GUSTAVO – Pode deixar.

 

Gustavo novamente introduz o pênis no anus de Gilberto.

 

SIDNEY – (geme) Ai.

GUSTAVO – Ainda está doendo, menina?

SIDNEY – Está, mas dá para aguentar. Pode deixar ele ficar.

 

Sidney começa a movimentar o quadril, fazendo seu pênis ir e vir dentro de Sidney.

 

GUSTAVO – Sabe, Sidney, eu não sou viado, não? Meu negócio é mulher. Mas é uma delícia comer você assim vestido assim. Vou querer fazer isso mais vezes, gostosa.

SIDNEY – Ai, me come! Me come mesmo!

 

A câmera passeia pelos corpos dos dois, ao som de gemidos e ruídos do sexo.

 

CORTE

 

FIM 

sexta-feira, 16 de outubro de 2020

ROTEIRO: Continuação do cartoon 16

 

O QUE ACONTECEU DEPOIS?

Roteiro de LUCIA MILLET 



CENA 1 – (INTERIOR, DIA) QUARTO DO MOTEL.
 
ANY – (olhando para o pau de Juarez após ele abaixar baixar a calça) Nossa, que pau grande!
 
JUAREZ – (sorrindo) Ficou com medinho, menina?
 
ANY – Não, é que eu não estou acostumada...
 
JUAREZ – Não vai me dizer que ainda é virgem?
 
ANY – Não. Eu já dei. Mas foram só duas vezes. E nenhum tinha um pau desse tamanho.
 
JUAREZ – Pode deixar, eu ponho devagar, vou ser carinhoso com você. (carinhoso) Você tem uma bundinha linda, Any. Bem empinada.
 
ANY – (meio sem-jeito) Obrigada, Juarez.
 
JUAREZ – (aproximando-se de Any) Vamos para a cama (e começa a beijá-la).
 
ANY – (entre os beijos) Ah, vamos... Deixa eu colocar um plug antes, assim fica mais fácil.
 
JUAREZ – (sussurando apaixonado) Faça do jeito que você quiser, amor.
 
ANY – (afastando-se dele) Espera aqui. Eu vou ao banheiro um pouco.
 
JUAREZ – (sorrindo malicioso) Eu espero.
 
Any pega a bolsa e vai para o banheiro. Juarez a acompanha com os olhos.
 
CORTE

 
 
CENA 2 – (INTERIOR, DIA) BANHEIRO DO MOTEL.
 
Mostra Any no banheiro. Ela tira um plug anal da bolsa e o introduz no cu, sem tirar a calcinha fio-dental, apenas afastando para o lado a parte que estava enfiada em seu rego. Depois de inserir o plug ela recoloca a calcinha no lugar. Any se aproxima do espelho, tira da bolsa o pó-compacto e um batom e começa a retocar a maquiagem.
 
CORTE
 
 
CENA 3 – (INTERIOR, DIA) QUARTO DO MOTEL.
 
Any sai do banheiro. Juarez está sentando na beira da cama, vestindo apenas cueca.
 
JUAREZ – (voltando a cabeça em direção a Any) Você demorou.
 
ANY – (sem jeito) Ah, aproveitei para retocar a maquiagem (sorri). Coisas de mulher.
 
JUAREZ – Você está linda, Any.
 
ANY – Obrigada.
 
JUAREZ – Sabe, eu sou vidrado em crossdressers e transexuais. Sei lá, gosto mais delas do que das mulheres biológicas. (pausa) E você está um tesãozinho, Any.
 
Juarez se levanta da cama e aproxima-se de Any. Eles se abraçam e se beijam. Um beijo profundo, demorado.
 
CLOSE
Mãos de Juarez acariciando as nádegas de Any.
 
JUAREZ – (entre os beijos com Any) Vamos para a cama, amor.
 
ANY – Vamos.
 
Eles vão para a cama redonda, circundada de espelhos.
 
ANY – Você quer que eu chupe seu pau, Juarez?
 
JUAREZ – Ah, se você quiser, eu vou adorar.
 
ANY – Eu chupo.
 
Any fica de joelhos, baixa a cueca de Juarez, tira o pau dele para fora e sem hesitar coloca-o na boca e começa a chupar, compenetrada, movimentando a cabeça, colocando e retirando o pau da boca várias vezes. Juarez geme de prazer. A ação dura algum tempo.
 
CLOSES de Any chupando e de Juarez com expressão de prazer.
 
Juarez tira seu pau da boca de Any, que olha para cima em direção a Juarez.
 
JUAREZ – Para, Any, senão eu vou gozar. Você chupa muito gostoso, mas não quero comer essa sua bundinha linda. Você dá para mim?
 
ANY – (levantando-se) Ah, eu dou. Mas põe devagar, tá? Seu pau é bem grande.
 
JUAREZ – Pode deixar. Você não vai sofrer nada. Eu vou comer você bem gostoso. Deixa eu tirar a sua calcinha (ele tira a calcinha de Any e então podemos ver o pau dela também duro e é bem menor do que o de Juarez) Deita ali de bruços que eu vou por a camisinha.
 
Any deita-se de bruços enquanto Juarez rapidamente coloca a camisinha. Ela retira o plug anal de seu anus. Pouco depois Juarez se aproxima dela pelas costas, já com a camisinha no pau.
 
JUAREZ – Ah, que bunda linda você tem, Any.
 
ANY – Obrigada.
 
CLOSE
O pau de Juarez se aproxima da bunda de Any e entra entre as nádegas dela. Começa a penetrá-la lentamente.
 
CLOSE
Expressão de dor no rosto de Any.
 
ANY – (gemendo) Ai.
 
JUAREZ – Está doendo? Quer que eu tire?
 
ANY – Tira. Tira um pouquinho. Depois você põe de novo.
 
Juarez retira a parte do seu pau que estava dentro do cu de Any. Ela respira aliviada.
 
ANY – Espera um pouco.
 
JUAREZ – Você não está pensando em desistir?
 
ANY – Não. Estou louca de vontade de dar. Só espera um pouco. (um tempo de espera, depois Any pede) Pode por de novo, Juarez. Devagar.
 
JUAREZ – Pode deixar, amor.
 
CLOSE
 
O pênis de Juarez começa a penetrar novamente Any.
 
CLOSE
 
Na expressão de dor no rosto de Any.
 
ANY – (gemendo) Ai.
 
JUAREZ – Está doendo.
 
ANY – Está, mas dá para aguentar. Não tira ele não.  (arqueja) Pode por mais.
 
Juarez introduz mais de seu pênis no anus de Any. Depois começa a bombá-la, movimentando os quadris, fazendo seu pênis ir e vir dentro de Any, primeiro lentamente, depois cada vez mais rápido.
 
CLOSE
Expressão prazer e gemidos de Juarez
Expressão de dor misturada com prazer no rosto de Any.
 
A ação se prolonga por algum tempo. Tomadas dos dois transando em várias posições, intercaladas com CLOSES dos dois mostrando com expressões de prazer. Falam frases desconexas de cunho sexual. Gemem.
 
CORTE FINAL.

terça-feira, 6 de outubro de 2020

Conto: MICHELLE NA CIDADE GRANDE

MICHELLE NA CIDADE GRANDE


Este conto é continuação de outro conto
que escrevi, Vovó Esmeralda.
Lucia Millet


A travesti Lana Almeida, de Palmas-TO, ainda bem jovem.
 





A travesti Lana Almeida ainda bem jovem





Lana Almeida jovem.



 

A travesti Lana Almeida jovem.




A travesti Lana Almeida já com silicone no bumbum e nos quadris (12 litros), mas ainda sem as próteses nos seios.



 

A travesti Lana Almeida já com o silicone nos seios.



Lana Almeida, travesti.

 



Lana Almeida após a cirurgia de feminização facial.

 

 



A travesti Lana Almeida.

Lana Almeida


segunda-feira, 24 de agosto de 2020

sexta-feira, 21 de agosto de 2020

ROTEIRO: Continuação do cartoon 15

 O QUE ACONTECEU DEPOIS?

Roteiro de LUCIA MILLET 



 TATIANI – (tomando café numa caneca) Bom dia, amor! Dormiu bem?

 SIDNEY – Dormi.

 TATIANI – Desculpe eu estar pelada.

 SIDNEY – Não. Você fica linda.

 Sidney e Tatiani se beijam rapidamente na boca.

 TATIANI – (depois de tomar mais um gole de café) Gostou de ontem à noite.

 SIDNEY – Ah, gostei, né. Meu cu ainda está ardendo. Fazia muito tempo que eu não dava a bunda. Desde que eu era criança (olha para o pau de Tatiani). E o seu pau é bem grande.

 TATIANI – Ah, mas eu fui carinhosa com você, não fui?

 SIDNEY – Foi, não estou reclamando. Eu também fui carinhoso quando comi a sua bunda. (pausa) O seu cu também não fica ardendo no dia seguinte.

 TATIANI – Só um pouquinho. Já estou acostumada. Dou a bunda desde meus treze anos. E sou travesti, né. Faz parte. Quer dizer, muitos clientes são só passivos. Eu prefiro quando são ativos, ou ativos e passivos, como você.

SIDNEY – Eu adorei transar com você, Tatiani. Nunca tinha tido feito sexo tão gostoso. Nem com mulher.

TATIANI – Eu também gostei de transar com você, Sidney.  Quer dizer, foi um programa, mas foi gostoso. E eu ainda ganhei uma grana em cima. Quer coisa melhor (ela coloca a caneca de café dentro da pia). Se quiser um café, pode pagar. Só tem café, nada para comer.

 SIDNEY – Vou tomar um pouco.

 TATIANI – Pega ali (aponta onde está a garrafa térmica).

Sidney vai até a mesa, e se serve um pouco de café. Bebe um gole e depois se aproxima novamente de Tatiani.

 SIDNEY – Você tem uma bunda deliciosa, Tatiani.

 TATIANI – Obrigada (ela sorri). Então volte sempre. Você sabe onde me encontrar, né?

 SIDNEY – Sei.

 TATIANI – Então termine de tomar seu café para ir embora.

 SIDNEY – (aproximando-se novamente de Tatiani) Sabe o que é, Tatiani. Eu queria comer a sua bunda mais uma vez.

 TATIANI – Olha, Sidney, o programa terminou ontem. Se quiser fazer mais alguma coisa comigo, vai ter de pagar um extra.

 SIDNEY – Ah, Tatiani, larga de ser mercenária!

 TATIANI – Mercenária, não! Eu vivo disso, meu filho.

 SIDNEY – Ah, Tati. Eu dei todo o meu dinheiro para você. Estou só com o da condução no bolso.

 TATIANI – E eu com isso?

 SIDNEY – Ah, vai, Tatiani. Pela nossa amizade.

 TATIANI – Que amizade?! É a primeira vez que a gente sai.

 SIDNEY – Se depender de mim, vai ser a primeira de muitas. (ele abraça Tatiani por trás) Eu levantei com uma vontade danada de comer seu cuzinho de novo.

 TATIANI – É, estou sentindo seu o pau duro.

 SIDNEY – Deixa eu comer você mais uma vez, Tati. Dá próxima vez que a gente sair eu dou uma grana a mais.

 TATIANI – Olha, eu não faço fiado, não. Que história é essa: come primeiro e paga depois.

 SIDNEY – (carinhoso) Ah, Tatiani. Seja boazinha comigo (ele abraça Tatiani).

 TATIANI – Ai, Sidney, para!

 SIDNEY – Dá, vai, Tati!

 TATIANI – Ah, está bom, eu dou. Mas uma rapidinha, tá? Depois você vai embora.

 SIDNEY – Combinado (beijando o ombro e o pescoço de Tatiani). Que delícia você é.

 TATIANI – Vamos lá para o quarto (ela começa e se movimentar). Eu não fiz chuca, tá.

 SIDNEY – Não. Não precisa.

 Abraçados eles vão em direção à porta que conduz ao quarto.

 SIDNEY – Você chupa meu pau antes?

 TATIANE – Ah, Sidney, agora você já está abusando!

 SIDNEY – Ah, vai, Tatiane!

 TATIANE – Está bom, eu chupo.

 Os dois saem de cena pela porta.

 

CORTE.



terça-feira, 11 de agosto de 2020

THE PREGNANT SISSY AND OTHER STORIES - by Lucia Millet Cross

Read the book "THE PREGNANT SISSY AND OTHER STORIES", ten short stories by the crossdresser Lucia Millet. Available at Amazon, US $ 2,23 Kindle, US$ 4,75 Paperback.






See it at Amazon: 

Click the link below: