domingo, 3 de janeiro de 2021

ROTEIRO - CONTINUAÇÃO DO CARTOON 29

 


CONTINUAÇÃO DO CARTOON 29 – CDZINHA CAI NAS MÃOS DE UM GRUPO DE MENINAS MALVADAS


PATRÍCIA – Agora que descobrimos que você é uma cdzinha, você vai ter de fazer tudo o que a gente quiser.

GILBERTO – O que vocês vão fazer comigo?

SABRINA – (passando o gloss na boca de Gilberto) Fica quieto, Gil. Senão eu não vou conseguir te maquiar direito. Queremos você bem bonita.

PATRÍCIA – É Gil, nós descobrimos você de calcinha por baixo das roupas de homem. Quando você se abaixou para pegar a caneta, nós vimos a calcinha rosa que você estava (ri).

LETÍCIA – Ah, ele fica lindo de calcinha.

PATRÍCIA - Agora, se você não fizer tudo o que a gente mandar, a escola toda vai ficar sabendo que você gosta de vestir roupa de mulher.

GILBERTO – (choroso) Por favor, não.

SABRINA – (terminando a maquiagem) Ah, ele está ficando tão bonitinho.


Gilberto não responde nada, olha para as três desesperado.


LETÍCIA – Vamos colocar o vestido nele?  A gente vai ter de desamarrar primeiro.

PATRÍCIA – Pode desamarrar. Ele sabe que temos ele na nossa mão, não é Gil. Se você não se comportar direitinho, vai ser pior para você. A escola toda vai ficar sabendo... (ri)

GILBERTO – (aflito) Não, por favor. Eu faço tudo o que vocês mandarem.

PATRÍCIA – (aproximando-se de Gilberto enquanto as outras duas o desamarram) Muito bem, é assim que eu gosto: uma menina obediente


Letícia e Sabrina terminam de desamarram Gilberto. Depois colocam nele o vestido rosa, bem justo e curto.


GILBERTO – Por que vocês estão fazendo isso comigo?

PATRÍCIA – Por nada. A gente só quer se divertir um pouco. Não é, meninas?

SABRINA e LETÍCIA – (animadas, enquanto terminam de colocar o vestido em Gilberto) Ééééé...

PATRÍCIA – (observando Gilberto) Hum, ela fica bem gostosa de vestido. Não é, meninas?

SABRINA e LETÍCIA – (animadas) Ééééé...


As três começam a passar a mão em Gilberto, que olha para os lados preocupada.


SABRINA – (passando a mão na bunda de Gilberto) Vejam que bumbum empinado ela tem? Ai, eu acho bumbum de homem tão bonitinho.

PATRÍCIA – Você já deu a bunda, Gil?

GILBERTO – Não. Eu não sou gay. Só gosto de me vestir de mulher. Gosto de me sentir mulher de vez em quando,

PATRÍCIA – (aproximando-se muito de Gilberto) Hum, mas para ser uma mulher completa, não basta se vestir. Você precisa levar vara também. Não é, meninas?

SABRINA e LETÍCIA – (animadas) Ééééé...

PATRÍCIA – Nós vamos dar um jeito nisso.


Letícia começa a amarrar um pênis de plástico ao quadril, Sabrina a ajuda.



GILBERTO (olhando para Letícia) – O que é isso? O que vocês vão fazer comigo?

PATRÍCIA – Calma, menina. Você vai gostar, eu aposto.

GILBERTO – (implorando) Por favor, não. Eu prometo que nunca mais me visto de mulher.

PATRÍCIA – De jeito nenhum. Você fica tão bonitinha vestida assim, Gil. Mas agora você precisa levar vara.

GILBERTO – Não, eu não quero.

PATRÍCIA – Lembre-se, você tem de ser uma menina obediente, Gilberto. Senão todo mundo na escola vai ficar sabendo que você se veste de mulher.

LETÍCIA – (aproximando de Gilberto com o pênis na cintura) Hoje vai ser um dia muito importante na sua vida de mulher. Você vai deixar de ser virgem.

GILBERTO – (recuando) Por favor, não.

PATRÍCIA – Nós temos você na nossa mão, Gilberto. (ordena) Agora, abaixa essa calcinha e se deita na cama de bruços.

GILBERTO – (implorando) Por favor, Patrícia.

PATRÍCIA – (apontando ríspida para a cama) Vai para a cama agora.


Gilberto a contragosto obedece. Abaixa a calcinha até os joelhos e se deita de bruços na cama.


LETÍCIA – Ai que bunda bonita ela tem. Ah, eu sempre tive vontade de comer uma bunda.


Letícia sobe na cama e fica em cima de Gilberto. Depois ela com uma das mãos ela direciona o pênis para o cu de Gilberto e começa a penetrá-lo. Patrícia e Sabrina assistem com um sorriso malicioso.


GILBERTO – (geme) Ai.

LETÍCIA – Está doendo, Gilberto?

GILBERTO – (sentido dor) Está.

LETÍCIA – Eu estou pondo bem devagar. Relaxa, menina, que assim entra mais fácil. Eu falo por experiência própria. E o vibrador nem é tão grande assim.

GILBERTO – (sentindo dor) Ai.


Lentamente, com idas e vinda, Letícia vai introduzindo o pênis cada vez mais no cu de Gilberto. CLOSE de Gilberto com expressão de dor. CLOSE de Letícia com expressão de prazer. MEIO ENQUADRAMENTO Patrícia e Sabrina sorriem satisfeitas assistindo a cena.


LETÍCIA – Pronto, já entrou tudo.





Letícia começa a movimentar o quadril fazendo o pênis de plástico ir e vir dentro de Gilberto. CLOSES de Gilberto com expressão de dor e ao mesmo tempo de prazer. TOMADAS de Patrícia e Sabrina assistindo a cena deliciadas, como se assistissem a um filme pornô. TOMADAS de Letícia e Gilberto transando. CLOSES dos dois com expressão de prazer.


LETÍCIA – (enquanto fode Gilberto mais rápido) E então, Gilberto. Está gostando?

GILBERTO – Ah, estou...

A cena de sexo se prolonga por mais algum tempo, alternando TOMADAS GERAIS, TOMADAS MEIA DISTÂNCIA e CLOSES.


CORTE FINAL.

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Cena do filme Meninas Malvadas (Mean Girls - 2004) com Lindsay Lohan


Cartaz do filme Meninas Malvadas (Mean Gils-2004)

sábado, 26 de dezembro de 2020

ROBERTA CLOSE - fotos impublicáveis no Facebook

Algumas fotos (impublicáveis no Face) da trans brasileira ROBERTA CLOSE 




Roberta Close na revista Playboy.





Roberta Close na revista Playboy de 1984.


Roberta Close na revista Playboy de 1984.


Roberta Close na revista Playboy de 1984.

Roberta Close na revista Playboy de 1984.





Roberta Close na revista Playboy de 1984.



Roberta Close na revista Sexy de 1996.


Roberta Close na revista Sexy de 1996.



Roberta Close na revista Sexy de 1996


Roberta Close


Roberta Close

Roberta Close - Revista Manchete


Roberta Close - Revista Ele Ela




segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

ROTEIRO - Continuação do cartoon 26

 ROTEIRO - Continuação do cartoon 26


O original em inglês.













AMANDA – (exibindo o plug anal para Paula) Falta mais uma coisa para sua fantasia de coelha ficar completa.

PAULA – (olhando assustada o plug) O que você vai fazer com isso?

AMANDA – Enfiar em você, menina. Toda coelha tem de ter um rabinho.

PAULA – (ainda assustada) Mas é muito grande, eu não aguento!

AMANDA – Agüenta, sim, Paula. Com jeitinho e lubrificante ele vai entrar todinho em você.

PAULA – Por favor, Amanda, não. Eu ainda sou virgem, você sabe.

AMANDA – Calma, menina. É melhor você perder a virgindade com um plug do que com um homem de verdade. Vai doer menos, vou ser carinhosa com você.

PAULA – Você não tem um plug menor?

AMANDA – Não, só tem este mesmo. (ela termina de abaixar a calcinha de Paula e repara no pau dela) Hum, já ficou com o pau duro. Está com vontade de dar... (ri)

PAULA – Termina de tirar essa calcinha e vai deitar lá na cama.

 Paula obedece. Amanda começa a lubrificar o plug com um gel. Depois Amanda se senta na cama ao lado de Paula.

 AMANDA – Arrebita bem esse bumbum, Paula.

 PAULA – (obedecendo) Põe devagar, Amanda.

AMANDA – Eu vou começar pelo lado mais fino da cenoura. Depois vai até o fim.

 Amanda começa a introduzir o plug em Paula, que não em principio não mostra nenhuma reação.

 AMANDA – (movimentando a ponta do plug no cu de Paula) Ah, Paula, você tem um bumbum tão bonito, bem empinadinho.

 PAULA – Obrigada.

 Amanda enfia mais um pedaço de plug no cu de Paula.

 PAULA – (gemendo) Ai, Amanda, está doendo.

 AMANDA – Calma, menina. Relaxa que aí dói menos. Mas um pouco sempre vai doer, não tem jeito (e ela enfia mais um pedaço do plug em Paula)

 PAULA – (grita) Ai, Amanda, não. Tira, por favor.

 AMANDA – Nada disso, Paula. Você não quer ser mulher? Então, tem de fazer um sacrifício (e enfia mais o plug em Paula)

 PAULA – (chorando e gritando) Não, Amanda, é grande demais. Eu não aguento.

 AMANDA – (ríspida) Quieta, Paula. Um dia você ainda vai me agradecer por isso (e termina de enfiar o plug em Paula, deixando apenas o rabo de coelha de fora, enquanto Paula geme de dor) Pronto, entrou tudo. Eu não disse que cabia, Paula.

 PAULA – (chorando) Está doendo, Amanda.

 AMANDA – (sorrindo) Relaxa, logo vai passar.

 PAULA – (mais conformada) Ai, Amanda!

AMANDA - Você vai ficar o resto do dia com o plug enfiado no seu rabinho, para alargar bem. Aí você vai estar pronta. Da próxima vez você vai ser penetrada por um homem de verdade, coelhinha (e ri).

 CORTE FINAL.


sábado, 5 de dezembro de 2020

ROTEIRO - Continuação do cartoon 22


 



LIA – Você quer, amor.

CARLOS – Bom, eu nunca transei com um homem.

LIA – Eu não sou homem. Eu sou uma trans. Você sabe o que é?

CARLOS – Já ouvi falar. Um homem que quer ser mulher.

LIA – Eu não quero ser mulher, eu sou mulher. Só que tenho umas coisinhas a mais.

CARLOS – É você fica bem gostosa assim vestida de mulher. Que bunda você tem, Lia.

LIA – Você quer me comer?

CARLOS – Você dá?

LIA – Claro que dou. Por que você acha que eu estou assim vestida de mulher?

CARLOS – Se você dá, eu quero.

LIA – Então vem cá. Me ajuda a tirar este shortinho e calcinha.

CARLOS – Claro.


Carlos se aproxima de Lia e a ajuda a se despir.

 

LIA – (volta-se deixando ver seu pênis duro) Tire sua roupa você também. Você já transou alguma vez, Carlos?

CARLOS – Não. Ainda não.

LIA – Sempre tem uma primeira vez para tudo. Eu já dei a bunda duas vezes. Você vai ser o terceiro que me come. (olha para Carlos que finalmente termina de tirar as roupas) Hum, que pau bonito você tem. Não é muito grande, mas é bonito...

CARLOS – (timidamente) Obrigado.

LIA – Então, você quer perder a virgindade comigo.

CARLOS – Quero.

LIA – Vem cá. (Carlos se aproxima e Lia pega um tubo de gel e entrega a Carlos) Passa isso aqui no pau. Aí fica mais fácil para entrar.

 

Lia se deita de bruços enquanto Carlos passa o gel no pau.

 

LIA – Passa um pouco também no meu cu.

 

Carlos obedece e passa o gel entre as nádegas de Lia.

 

Carlos – (admirando a bunda de Lia) Que bunda linda você tem, Lia.

Lia – Obrigada. (pausa) Agora vem. Se deita em cima de mim.

 

Carlos se deita sobre Lia.

 

Lia – Ai, que pau quentinho. Põe ele aqui. Não, é mais para baixo (ele pega o pau de Carlos e o coloca na direção do seu cu) Já está bem em cima dele. Enfia um pouco (dá um grito) Ai, devagar! Caralho! Tira um pouco. (Carlos tira o pau do cu de Lia) Calma, apressadinho. Meu cu não é de ferro, não! (eles fazem uma pausa) Agora põe de novo. Devagar, hein.

CARLOS – Está bem.

 

Ele volta e introduzir seu pênis no ânus de Lia, agora mais cuidadosamente.


 LIA – (geme) Ai.

CARLOS – Está doendo?

LIA – Ah, não. Pode por mais.

Carlos começa a movimentar o quadril fazendo seu pau ir e vir dentro de Lia.

LIA – Ai, me come.

CARLOS – Toma sua putinha.

LIA – Me come mesmo.

CARLOS – Ai que bunda gostosa.

LIA – Me fode. Me fode bem. 

 

Carlos começa a bombar Lia mais rápido. Cada vez mais rápido.

 

CARLOS – Toma no seu cu, gostosa.

LIA – Fode, fode bem a sua putinha.

 

A câmera passeia pelos corpos dos dois enquanto transam, alternando com CLOSES dos dois.

 

CORTE.

 

quarta-feira, 11 de novembro de 2020

ROTEIRO - Continuação do cartoon 18

 


Personagens:

- Sidney – rapazinho de quinze ou dezesseis anos.

- Gustavo – rapaz um pouco mais velho, de dezoito ou vinte anos.

 

CENA 1 – (INTERIOR, DIA) QUARTO DE SIDNEY.

 

GUSTAVO – (dando uma forte palmada na bunda de Sidney) Vou te ensinar a nunca mais se vestir de mulher.

SIDNEY – Ai.

GUSTAVO – (dando uma nova palmada na bunda de Sidney) É isso o que você quer ser, primo. Um viadinho.

SIDNEY – Ai. Eu não sou viado.

GUSTAVO – (mais uma palmada) Ah, não é. Eu te peguei vestido de mulher, não foi? Por que estava fazendo isso?

SIDNEY – Ah, sei lá. Eu gosto.

GUSTAVO –Ah, gosta porque é viado (dá mais uma palmada).

SIDNEY – Ai.

GUSTAVO – Vai ver que já deu a bunda, né? (dá outra palmada)

SIDNEY – Não. Nunca dei. Juro.

GUSTAVO – Nem enfiou nenhuma coisa.

SIDNEY – De vez em quando eu enfio o dedo. Só isso.

GUSTAVO – Ah, então você sente vontade de dar, né, sua putinha? (dá outra palmada)

SIDNEY – Ai.

GUSTAVO – (mudando de tom) Sabe, priminho, você tem uma bunda bem bonita. (começa a alisar a bunda de Sidney) Carnuda. Empinada.

SIDNEY – Para com isso, Gustavo!

GUSTAVO – (falando com tesão) É, acho que você ia gostar de dar a bunda. Não, Sidney.

SIDNEY – Não.

GUSTAVO – (irônico) Você não quer ser mulher? Então tem que levar vara também.

SIDNEY – Ah, não sei.

GUSTAVO – Você não quer dar essa bunda gostosa para mim, Sidney?

SIDNEY – Não. Não quero.

GUSTAVO – (dando uma forte palmada no traseiro de Sidney) Dá a bunda para mim, putinha.

SIDNEY – (após um grito) Não.

GUSTAVO – (dando uma forte palmada no traseiro de Sidney) Dá a bunda para mim, putinha.

SIDNEY – (após um grito) Não.

GUSTAVO – (dando uma forte palmada no traseiro de Sidney) Dá a bunda para mim, putinha.

SIDNEY – (após um grito) Ai, está bom. Não bate mais. Eu dou.

GUSTAVO – (satisfeito) Ah, é assim que se faz, menina. (levanta-se e fazendo Sidney levantar-se com ele) Vamos lá para a cama. Só tira só a calcinha, o resto deixa. Eu quero comer você assim, vestidinho de mulher.

SIDNEY – Ai, Sidney, não.

GUSTAVO –Vamos lá, viadinho. (empurra Sidney para a cama) Agora fica ai deitado de bruços.

SIDNEY – Estou com medo. (ele se deita de bruços na cama) Eu nunca enfiei nada muito grande, do tamanho de um pau.

GUSTAVO – Calma, menina. Vai doer um pouco no começo, mas depois você vai gostar.

SIDNEY – Ai. Está bem

GUSTAVO – (passando cuspe no pau para lubrificar) Vou passar bastante cuspe no pau para lubrificar. E você também passa seu cu .

SIDNEY – (lubrificando o cu com saliva) Não vai doer muito?

GUSTAVO – Pode deixar, eu vou por devagar. Vou cuidar bem do seu cuzinho, menina.

 

Gustavo já com o pau bem duro deita-se em cima de Sidney e com uma das mãos ajeita o pau na entrada do cu de Sidney.

 

SIDNEY – (com expressão de dor) Ai.

GUSTAVO – Está doendo, menina.

SIDNEY – Está.

GUSTAVO – Deixa eu tirar um pouco. (ele retira a parte do pênis que estava dentro de Siney). Seu cu é bem apertadinho.

SIDNEY – (respirando aliviada) Espera um pouco. Depois você põe de novo.

 

Os dois aguardam por alguns instantes.

 

GUSTAVO – Você fica uma delícia vestido desse jeito, Sidney.

SIDNEY – Obrigado.

GUSTAVO – (aproximando novamente o pênis da bunda de Sidney) Posso por de novo, menina?

SIDNEY – Pode. Mas devagar.

GUSTAVO – Pode deixar.

 

Gustavo novamente introduz o pênis no anus de Gilberto.

 

SIDNEY – (geme) Ai.

GUSTAVO – Ainda está doendo, menina?

SIDNEY – Está, mas dá para aguentar. Pode deixar ele ficar.

 

Sidney começa a movimentar o quadril, fazendo seu pênis ir e vir dentro de Sidney.

 

GUSTAVO – Sabe, Sidney, eu não sou viado, não? Meu negócio é mulher. Mas é uma delícia comer você assim vestido assim. Vou querer fazer isso mais vezes, gostosa.

SIDNEY – Ai, me come! Me come mesmo!

 

A câmera passeia pelos corpos dos dois, ao som de gemidos e ruídos do sexo.

 

CORTE

 

FIM 

sexta-feira, 16 de outubro de 2020

ROTEIRO: Continuação do cartoon 16

 

O QUE ACONTECEU DEPOIS?

Roteiro de LUCIA MILLET 



CENA 1 – (INTERIOR, DIA) QUARTO DO MOTEL.
 
ANY – (olhando para o pau de Juarez após ele abaixar baixar a calça) Nossa, que pau grande!
 
JUAREZ – (sorrindo) Ficou com medinho, menina?
 
ANY – Não, é que eu não estou acostumada...
 
JUAREZ – Não vai me dizer que ainda é virgem?
 
ANY – Não. Eu já dei. Mas foram só duas vezes. E nenhum tinha um pau desse tamanho.
 
JUAREZ – Pode deixar, eu ponho devagar, vou ser carinhoso com você. (carinhoso) Você tem uma bundinha linda, Any. Bem empinada.
 
ANY – (meio sem-jeito) Obrigada, Juarez.
 
JUAREZ – (aproximando-se de Any) Vamos para a cama (e começa a beijá-la).
 
ANY – (entre os beijos) Ah, vamos... Deixa eu colocar um plug antes, assim fica mais fácil.
 
JUAREZ – (sussurando apaixonado) Faça do jeito que você quiser, amor.
 
ANY – (afastando-se dele) Espera aqui. Eu vou ao banheiro um pouco.
 
JUAREZ – (sorrindo malicioso) Eu espero.
 
Any pega a bolsa e vai para o banheiro. Juarez a acompanha com os olhos.
 
CORTE

 
 
CENA 2 – (INTERIOR, DIA) BANHEIRO DO MOTEL.
 
Mostra Any no banheiro. Ela tira um plug anal da bolsa e o introduz no cu, sem tirar a calcinha fio-dental, apenas afastando para o lado a parte que estava enfiada em seu rego. Depois de inserir o plug ela recoloca a calcinha no lugar. Any se aproxima do espelho, tira da bolsa o pó-compacto e um batom e começa a retocar a maquiagem.
 
CORTE
 
 
CENA 3 – (INTERIOR, DIA) QUARTO DO MOTEL.
 
Any sai do banheiro. Juarez está sentando na beira da cama, vestindo apenas cueca.
 
JUAREZ – (voltando a cabeça em direção a Any) Você demorou.
 
ANY – (sem jeito) Ah, aproveitei para retocar a maquiagem (sorri). Coisas de mulher.
 
JUAREZ – Você está linda, Any.
 
ANY – Obrigada.
 
JUAREZ – Sabe, eu sou vidrado em crossdressers e transexuais. Sei lá, gosto mais delas do que das mulheres biológicas. (pausa) E você está um tesãozinho, Any.
 
Juarez se levanta da cama e aproxima-se de Any. Eles se abraçam e se beijam. Um beijo profundo, demorado.
 
CLOSE
Mãos de Juarez acariciando as nádegas de Any.
 
JUAREZ – (entre os beijos com Any) Vamos para a cama, amor.
 
ANY – Vamos.
 
Eles vão para a cama redonda, circundada de espelhos.
 
ANY – Você quer que eu chupe seu pau, Juarez?
 
JUAREZ – Ah, se você quiser, eu vou adorar.
 
ANY – Eu chupo.
 
Any fica de joelhos, baixa a cueca de Juarez, tira o pau dele para fora e sem hesitar coloca-o na boca e começa a chupar, compenetrada, movimentando a cabeça, colocando e retirando o pau da boca várias vezes. Juarez geme de prazer. A ação dura algum tempo.
 
CLOSES de Any chupando e de Juarez com expressão de prazer.
 
Juarez tira seu pau da boca de Any, que olha para cima em direção a Juarez.
 
JUAREZ – Para, Any, senão eu vou gozar. Você chupa muito gostoso, mas não quero comer essa sua bundinha linda. Você dá para mim?
 
ANY – (levantando-se) Ah, eu dou. Mas põe devagar, tá? Seu pau é bem grande.
 
JUAREZ – Pode deixar. Você não vai sofrer nada. Eu vou comer você bem gostoso. Deixa eu tirar a sua calcinha (ele tira a calcinha de Any e então podemos ver o pau dela também duro e é bem menor do que o de Juarez) Deita ali de bruços que eu vou por a camisinha.
 
Any deita-se de bruços enquanto Juarez rapidamente coloca a camisinha. Ela retira o plug anal de seu anus. Pouco depois Juarez se aproxima dela pelas costas, já com a camisinha no pau.
 
JUAREZ – Ah, que bunda linda você tem, Any.
 
ANY – Obrigada.
 
CLOSE
O pau de Juarez se aproxima da bunda de Any e entra entre as nádegas dela. Começa a penetrá-la lentamente.
 
CLOSE
Expressão de dor no rosto de Any.
 
ANY – (gemendo) Ai.
 
JUAREZ – Está doendo? Quer que eu tire?
 
ANY – Tira. Tira um pouquinho. Depois você põe de novo.
 
Juarez retira a parte do seu pau que estava dentro do cu de Any. Ela respira aliviada.
 
ANY – Espera um pouco.
 
JUAREZ – Você não está pensando em desistir?
 
ANY – Não. Estou louca de vontade de dar. Só espera um pouco. (um tempo de espera, depois Any pede) Pode por de novo, Juarez. Devagar.
 
JUAREZ – Pode deixar, amor.
 
CLOSE
 
O pênis de Juarez começa a penetrar novamente Any.
 
CLOSE
 
Na expressão de dor no rosto de Any.
 
ANY – (gemendo) Ai.
 
JUAREZ – Está doendo.
 
ANY – Está, mas dá para aguentar. Não tira ele não.  (arqueja) Pode por mais.
 
Juarez introduz mais de seu pênis no anus de Any. Depois começa a bombá-la, movimentando os quadris, fazendo seu pênis ir e vir dentro de Any, primeiro lentamente, depois cada vez mais rápido.
 
CLOSE
Expressão prazer e gemidos de Juarez
Expressão de dor misturada com prazer no rosto de Any.
 
A ação se prolonga por algum tempo. Tomadas dos dois transando em várias posições, intercaladas com CLOSES dos dois mostrando com expressões de prazer. Falam frases desconexas de cunho sexual. Gemem.
 
CORTE FINAL.

terça-feira, 6 de outubro de 2020

Conto: MICHELLE NA CIDADE GRANDE

MICHELLE NA CIDADE GRANDE


Este conto é continuação de outro conto
que escrevi, Vovó Esmeralda.
Lucia Millet


A travesti Lana Almeida, de Palmas-TO, ainda bem jovem.
 





A travesti Lana Almeida ainda bem jovem





Lana Almeida jovem.



 

A travesti Lana Almeida jovem.




A travesti Lana Almeida já com silicone no bumbum e nos quadris (12 litros), mas ainda sem as próteses nos seios.



 

A travesti Lana Almeida já com o silicone nos seios.



Lana Almeida, travesti.

 



Lana Almeida após a cirurgia de feminização facial.

 

 



A travesti Lana Almeida.

Lana Almeida