terça-feira, 17 de abril de 2018




COISAS DE MENINA


Conto erótico hétero-anal.
Lucia Millet

As meninas da escola achavam o Gabriel uma gracinha, apesar de ele ser meio tímido. Quase não acreditei quando ele começou a dar em cima de mim: parecia que eu tinha acertado na loteria. Claro, não deixei a chance passar, e começamos a namorar. A gente estudava na mesma escola só em classes diferentes, nos encontrávamos na entrada, ficávamos juntos no intervalo e íamos embora abraçados. Ouvi algumas meninas comentarem quando me viram passar de mãos dadas com o Gabriel: “não sei o que ele viu nela; só tem bunda”. Despeitadas! Eu sabia que várias delas estavam a fim do Gabriel, ficaram morrendo de inveja quando começamos a namorar.
Na escola havia meninas mais bonitas do que eu e que davam bola para o Gabriel. Eu até que não era de todo feia, em compensação tinha um corpo lindo: seios pequenos, cintura fina e bumbum bem empinado. Sem dúvida eu tinha a melhor bunda da escola! E a gente tem de valorizar o que tem, né? Eu só usava calças bem justas, enfiadas no rego e com calcinhas cavadas tipo fio-dental, e quando a calça era mais fina dava para ver a marca da calcinha por baixo. Pelo jeito a coisa funcionou: o Gabriel ficou ligado em mim.
Adorava minha bunda. Em casa costumava me olhar no espelho de costas, pelada, de fio-dental ou com um de shortinho bem enfiado no rego. Sentia um certo prazer quando os meninos se viravam ao me ver passar só para me ver de costas. Acho que toda aquela atenção me deixou com pouco de fogo no rabo. Quando me masturbava, muitas vezes enfiava o dedo ou algum objeto cilíndrico no cu para sentir a sensação de ser penetrada. Apesar disso nunca tinha feito sexo, nem atrás nem na frente, nem mesmo tinha chupado um pau.
Estava com quinze para dezesseis anos, tinha tido alguns namorinhos, tipo ficar, coisas rápidas como dar uns amassos em algum fim festa, nada sério, Gabriel foi meu primeiro namorado. Logo demos nossos primeiros amassos (Gabriel não sabia beijar de língua, aprendeu comigo). Um dia, enquanto nos beijávamos, ele sem querer passou a mão na minha bunda.
– Desculpe, foi sem querer – disse ele.
Outros meninos já tinham colocado a mão-boba na minha bunda quando me beijavam. Eu não gostava, tirava a mão deles dali, ficava brava. Sei lá, eu era uma garota, não era só um bunda. Mas com o Gabriel a coisa era diferente, estávamos namorando.
– Não tem importância – respondi. Depois perguntei – Você gosta de mim?
– Gosto, é claro – ele respondeu.
– Eu também gosto de você – disse, depois prossegui – Eu tenho uma puta bunda, não tenho?
– É, tem – respondeu ele rindo.
– Pode passar a mão nela, eu não ligo – disse.
Gabriel hesitou, ele era tímido, ficou sem saber o que fazer.
– Vamos, pode passar a mão nela – eu insisti. E como ele ainda hesitasse, peguei as duas mãos dele e coloquei na minha bunda.
Finalmente ele começou a deslizar as mãos pelas minhas nádegas, entrando no meu rego, sentindo o volume.
– Está vendo, é só uma bunda – disse – Pode passar a mão nela quanto quiser. Só não deixa ninguém ver, tá?
E voltamos a nos beijar, agora as duas mãos do Gabriel passeando livremente pelo eu traseiro, subindo e descendo. Era gostoso sentir as mãos dele ali enquanto nossos lábios e línguas se tocavam. Percebi que o pau dele tinha ficado bem duro, e eu também fiquei com o buceta molhada de tesão.
O cinema era ótimo para a gente se beijar e fazer umas sacanagens. Numa das vezes que fomos ao cinema ao invés das minhas calças justinhas resolvi colocar uma minissaia, que também ficavam ótimas em mim. Vesti uma calcinha fio-dental por baixo, sem meia-calça nem nada. Nem prestamos muita atenção ao filme, assim que as luzes se apagaram, começamos a nos beijar e a nos apalpar. Como eu já tinha dito que o Gabriel podia passar a mão na minha bunda quanto quisesse, ele logo enfiou a mão por baixo da minha saía e começou a acariciar minha bunda, agora diretamente na pele. A mão dele chegou na minha calcinha.
– Você está de fio-dental? – ele perguntou sussurrando.
– Claro. Adoro usar fio-dental – respondi no ouvido dele.
Demos mais amassos. As mãos dele sempre na minha bunda, mexendo na minha calcinha. Pus a mão no colo do Gabriel e pude sentir o pau dele, duro como uma estaca; novamente fiquei molhada de tesão. Talvez pelo Gabriel ser meio tímido, sentia um certo prazer em provocá-lo com minhas pequenas sacanagens. Ele hesitava um pouco no começo, mas rapidamente entrava no clima.
Um dia levei o Gabriel na minha casa. Ele já tinha ido lá antes para conhecer meus pais e meu irmão mais novo, mas desta vez eu sabia que não ia ter ninguém em casa e que íamos poder ficar sozinhos. Logo começamos os amassos no sofá da sala. Eu estava com um legging preto enfiado no rabo, com tanga fio-dental por baixo, e uma blusinha de alças. As mãos do Gabriel como de costume foram para minha bunda. Nos beijamos com mais intensidade, nos esfregando um no outro, nos apalpando. Coloquei a mão novamente pelo colo do Gabriel e a deixei por lá, para sentir o pau dele,
– Ai, Gabriel, seu pau está tão duro – disse.
– Também do jeito que você é tão gostosa, Lúcia. Eu morro de tesão! – ele respondeu.
– Estou com uma calcinha fio-dental linda, quer ver? – perguntei. Na verdade estava louca de vontade de mostrar a minha bunda para ele.
– Quero – disse ele interessado.
Levantamos do sofá.
– Fica de joelhos – ordenei e ele obedeceu.
Vivei de costas para ele e abaixei o legging até os joelhos, deixando minha bunda só de fio-dental bem diante do rosto dele.
– Nossa! Que bunda você tem, Lúcia! – disse ele enquanto passava a mão pelas minhas nádegas.
– Está vendo, Gabriel, como você é sortudo! – disse – Posso não se bonita como a Patrícia, a Fernanda, a Mariana... mas nenhuma delas tem uma bunda como a minha.
– Isso é verdade – respondeu o Gabriel rindo.
– Beija minha bunda – pedi. Não sei por quê tinha fetiche, que alguém beijasse e acariciasse a minha bunda.
O Gabriel logo encheu minhas nádegas de beijos, esfregando o rosto e o nariz nelas, abrindo meu rego com as mãos. Podia sentir a respiração dele ofegante no meu traseiro. Resolvi ousar um pouco mais.
– Ah, está muito calor aqui. Olha. fica só de cueca, que eu fico de calcinha e sutiã. Topa? – perguntei.
– Claro – ele respondeu animado.
Em pé, um de frente para o outro, voltamos a nos beijar, a nos esfregar e a nos apalpar, os corpos suados, agora separados por muito pouco tecido. O pau do Gabriel estava tão duro dentro da cueca que parecia que ia furar minha barriga. As mãos dele passeavam livremente pela minha bunda, mexiam na minha calcinha. Ficamos os dois totalmente loucos de tesão.
– Vamos transar – sugeriu Gabriel.
– Não, Gabriel, eu sou virgem e posso ficar grávida – respondi.
– Deixa eu por só na sua bunda – sugeriu ele.
Senti um frio na barriga: fazer aquelas sacanagens, tudo bem, mas dar a bunda era diferente, não era um dedo. mas um pau de verdade que ia entrar no meu cu. Também sentia a necessidade de fazer alguma coisa para satisfazer meu tesão. mas não sabia bem o quê. Dar a bunda, quem sabe? Tinha ouvido falar que na escola algumas meninas que davam a bunda para os namorados para poder transar e continuar virgens e também para não engravidar. Bom, se elas faziam, eu também podia fazer. E olhe que nenhuma delas tinha uma bunda como a minha!
– Ah, não sei, Gabriel! Ouvi dizer que dói... – respondi.
– Deixa eu enfiar só a pontinha. Se doer, eu tiro – ele sugeriu.
Com o tesão que estava sentindo, não tive forças para dizer não.
– Está bem. Mas vê lá, hein? Eu nunca fiz isso, sabe? – disse.
– Eu também não – ele confessou.
– Deixa eu ver o seu pau – pedi.
Gabriel tirou o pau para fora da cueca. Olhei, mas não tive coragem de pegar. Era do tamanho que eu calculei ao apalpar por cima da calça, nada de assustador, de qualquer modo ia ser o maior objeto a entrar no meu cu.
– Vamos para o meu quarto então – sugeri.
Tirei a calcinha e o sutiã antes de me deitar de bruços na cama, tomando cuidado para que o Gabriel não visse minha buceta. Não sei por que, sentia vergonha mostrar minha buceta, a bunda não, a bunda eu adorava mostrar. Gabriel nu se deitou em cima de mim. Um arrepio percorreu meu corpo quando senti o pau dele, quente e duro tocando minha bunda, depois entrando no meu rego, procurando pelo o meu cu. Mas apesar da força que ele fez, não conseguiu me penetrar.
– Acho que precisa lubrificar – disse ele, que tinha lubrificado o pau apenas com saliva.
– Tem um creme aí – apontei ainda de bruços.
Com o creme se mostrou perfeito. Ele passou no pau e também um pouco no meu cu, E então se deitou em cima de mim de novo. Agora o pau dele deslizou livre entre minhas nádegas e então começou a entrar no meu cu.
– Ai, está doendo – exclamei – Tira.
O Gabriel meio decepcionado tirou o pau de dentro de mim.
– Espera um pouco – disse eu enquanto me recuperava da dor. Depois disse – Põe de novo. Devagar.
Gabriel novamente começou a penetrar meu cu.
– Ai, não! Tira de novo – pedi.
Gabriel novamente tirou o pau do meu cu. Respirei aliviada.
– Espera um pouco – disse novamente. Não desisti, afinal agora que estávamos ali era melhor ir até o fim. Pedi – Põe de novo.
Gabriel começou a me penetrar novamente, bem lentamente. Ainda doía, mas agora era uma dor suportável.
– Pode deixar ele ficar agora – disse.
– Posso enfiar mais? – ele perguntou.
– Pode – respondi – mas devagar.
Ele enfiou mais uma parte do pau no meu cu e depois começou a ir e vir dentro de mim. No começo foi meio desagradável, mas logo comecei a gostar daquele vai-e-vem. Levei uma das mãos até minha buceta para me masturbar enquanto o Gabriel me bombava por trás. Finalmente eu estava sendo comida, tinha um pau dentro de mim.
– Me fode, me fode mesmo para eu deixar de ser vagabunda – disse eu enquanto ele me comia.
– Eu vou apagar esse fogo que você tem no rabo – retrucou o Gabriel.
– Apaga mesmo! Me fode. Me fode bem – disse entre gemidos.
– Gostosa! Rabuda! – ele exclamou ofegante.
Os movimentos do Gabriel ficaram cada vez mais rápidos e os movimentos meus dedos na buceta também. Enfim gozamos, eu e ele quase ao mesmo tempo. Depois ficamos os dois parados, ofegantes, eu embaixo e ele deitado em cima de mim.
– Tira, Gabriel – pedi. Já que a gente tinha terminado não havia motivo para que ele continuasse com o pau no meu cu. Ele tirou e se deitou ao meu lado na cama de barriga para cima. Levantei-me e vesti uma camiseta cumprida, quase um vestidinho.
– É melhor você ir embora – disse a ele. – Já está na hora dos meus pais voltarem.
Enquanto tomava banho pensava em tudo o que havia acontecido. Meu cu ardia um pouco, nada de muito desagradável, uma lembrança de que o Gabriel tinha me comido. Pela primeira vez na vida sentia-me completamente satisfeita, muito mais do que me sentia depois de me masturbar... Realmente o Gabriel tinha apagado o fogo do meu rabo. Estava fudida... e bem fudida...

*         *         *



– Não foi de todo ruim, mas não sei se quero fazer aquilo de novo – foi o que disse quando encontrei com o Gabriel no dia seguinte na escola. – Meu rabo ficou ardendo o resto do dia – completei.
– Meu pau também ficou ardendo – disse o Gabriel.
– Está vendo, é melhor não fazermos mais – eu disse.
– Eu adorei comer a sua bunda, Lúcia. Foi demais! – respondeu Gabriel sorrindo.
Não tínhamos muitas chances de ficarmos sozinhos, somente quando saiam todos na minha casa, ou na casa do Gabriel. Fora isso não havia outro lugar onde a gente pudesse transar. Demorou umas três semanas até surgir uma nova oportunidade, agora na casa do Gabriel. De novo começamos os amasso, depois nos despimos, ele só de cueca e eu de sutiã e calcinha, fio-dental, é claro. Continuamos com os amassos e a apalpações, as mãos do Gabriel na minha bunda.
– Olha, Gabriel, vamos só ficar assim fazendo sacanagem. Mas sem enfiar o pau, tá? – pedi a ele.
– Tudo bem, se você não quer – ele respondeu meio decepcionado.
– Você quer que eu chupe seu pau? – perguntei. Sentia que era minha obrigação enquanto menina fazer aquilo.
– Quero – respondeu ele mais animado.
Nunca tinha chupado um pau, procurei fazer o melhor que podia e o Gabriel pareceu estar gostando bastante, mas não gozou. Voltamos a nos beijar e a nos esfregar, os dois loucos de tesão.
– Beija minha bunda – pedi. Eu adorava que Gabriel ficasse de joelhos atrás de mim, lambendo e beijando minha bunda.
– Que rabo você tem, Lucia! – disse ele já de joelhos atrás de mim.
Depois ele abaixou minha calcinha e continuou lambendo e beijando a minha bunda. De repente senti a língua do Gabriel no meu cu.
– O que você está fazendo, Gabriel? – disse surpresa.
– Deixa, você vai gostar – ele disse e continuou passando a língua no meu cu.
Ainda bem que eu estou com o cu bem limpinho, foi a única coisa que consegui pensar. Era delicioso sentir a língua dele naquele lugar, molhada e quente, me lambendo, me acariciando.
– Ai, Gabriel, você me mata de tesão! – exclamei.
– Lucia, deixa eu comer sua bunda de novo – ele pediu.
– Ah, Gabriel, a gente tinha combinado de que não – respondi.
– Ah, Lúcia, deixa de ser fresca! Você fica esfregando essa sua bunda em mim e depois não quer dar! – disse ele ainda com a cara na minha bunda.
– Está bom, amorzinho, eu dou – respondi. Realmente não era justo fazer aquilo e depois não dar a bunda – Mas põe devagar, tá? – pedi.
Fomos para o quarto dele. De novo fiquei de bruços na cama, Gabriel em cima de mim, e o pau dele passando pela minha bunda, procurando meu cu. Arrebitei a bunda para facilitar a penetração. Ele foi bem carinhoso comigo, como da primeira vez, enfiando o pau aos poucos. Dessa vez tudo correu mais fácil e foi bem mais gostoso.
– Eu vou ser boazinha agora – disse enquanto Gabriel me fudia – Vou dar a bunda sempre que você pedir, amorzinho.
– Rabuda! Gostosa! Toma! – foi só o que ele respondeu
– Ai, amorzinho! Põe! Põe tudo! – pedi – Me fode! Me fode mesmo!
No ônibus, enquanto voltava para casa com meu cu novamente ardendo, e sentindo-me outra vez totalmente satisfeita, pensava comigo que pelo jeito eu ia dar bastante a bunda para o Gabriel. Até que não era tão ruim assim, no final estava bem gostoso! Também com uma bunda dessas que eu tenho era até um desperdício não dar o cu, usar ele só para fazer coco. E não era um pau qualquer que entrava no meu cu, era o pau do Gabriel, o menino que eu amava. Podia não ser no lugar certo, mas um jeito de fazer sexo e satisfazer o tesão. E funcionava muito bem!
Uma vez tinha ouvido contar na escola uma história uma menina que ofereceu a bunda para o namorado, mas ele não quis, exigiu que ela desse a buceta. Pelo jeito não ia ter esse tipo de problema com o Gabriel, ele parecia estar feliz da vida com a minha bunda, não ligava muito para minha buceta.
– Que rabo você tem, Lucia! Que rabo! – ele vivia repetindo.
Mas eram raras as chances que tínhamos de ficar sozinhos e transar. Às vezes a gente passava um mês todo sem fazer nada, outros meses dávamos sorte e transávamos duas ou até três vezes. Comecei a gostar cada vez mais de dar a bunda e sentia tesão no rabo quando a gente muito tempo sem transar.

*           *              *


 Um acontecimento inesquecível foi a festa de final do ano escola. Escolheram fazer a comemoração num sítio distante da cidade, com churrasco, piscina, rapel, campo de futebol, um monte de coisas. Fiquei mais interessada na piscina, para mostrar o meu corpinho. Mas tinha um problema, eu não possuía um biquíni fio-dental. Minha mãe e meu pai não me deixavam usar fio-dental na praia, diziam escandaloso, vulgar. Eu morria de vontade de desfilar pela praia num biquíni daqueles para mostrar minha bela bunda, mas não podia. Felizmente havia minha prima Dirce. que só usava fio-dental na praia, resolvi pedir emprestado um biquíni dela. A Dirce acabou me dando um biquíni que ela não usava mais porque tinha ficado muito apertado. Ele era lindo, marrom claro, com a calcinha fechada dos lados, mas bem cavada, fio-dental mesmo, com o top cortininha bem pequeno. Experimentei ali mesmo na casa dela.
– Ficou perfeito no seu corpo, Lucia – disse a Dirce, e completou – Ah, queria ter uma bunda como essa sua, menina!
– Obrigada – respondi olhando-me no espelho.
No dia da festa no sítio, assim que tirei a canga e dei uma volta em torno da piscina com meu biquíni, todos os olhos se voltaram para mim, ou melhor, para a minha bunda, tanto os dos meninos quanto os das meninas. Já tinha aproveitado uns dias antes para tomar sol no terraço de casa, pegar uma corzinha e deixar as marquinhas do biquíni no meu corpo, O Gabriel ficou meio sem-jeito quando me viu assim de fio-dental diante de todo mundo, acho que sentiu um pouco de ciúme.
– Você está adorando mostrar a bunda para todo mundo, né? – disse o Gabriel para mim.
– Ah, Gabriel, não esquenta! Tem outras meninas de fio-dental – respondi.
– Mas nenhuma com essa bunda que você tem – ele disse.
– Está vendo como você tem sorte. E eu sou todinha sua – respondi. O Gabriel sorriu e nos beijamos. Se não estivessem todos olhando, na certa ele ia passar a mão na minha bunda.
Depois do churrasco iria ter um jogo de futebol entre as duas classes. Muitos casais ao invés de assistir ao jogo se espalharam pelo sítio onde havia muitos lugares isolados para dar uns amassos ou fazer alguma coisa mais. Foi o que Gabriel e eu fizemos. Acho que depois de me ver desfilar de fio-dental na frente de todo mundo ele estava louco para me enrabar. Não posso negar também que me exibir daquele jeito me deixou com vontade de dar a bunda. Encontramos um lugar vazio atrás de uma moita. Pela a primeira vez íamos transar em um lugar aberto. Fiquei com medo de que aparecesse alguém e nos pegasse no ato, mas a vontade de transar era mais forte. Estendi a canga no chão e me deitei de bruços sobre a grama, sem tirar o biquíni. Foi o Gabriel que tirou minha calcinha.
– Você está com as marquinhas do biquíni. Que tesão! – disse ele. Depois ele foi com as mãos para desamarrar meu top.
– Ah, Gabriel, melhor não tirar isso. Se aparecer alguém fica mais fácil de me vestir – expliquei.
Gabriel concordou, na verdade o que ele queria mesmo era a minha bunda. Logo ele estava beijando e lambendo o meu traseiro.
– Que rabo você tem, Lúcia! Que rabo! – disse ele com a cara enfiada entre minhas nádegas. Depois, com o pau já lubrificado começou a me penetrar lentamente e disse – Você gostou de mostrar a bunda para todo mundo, né?
– Adorei – respondi.
– Então agora toma no seu cuzinho para você aprender – ele falou enquanto o pau dele entrava cada vez mais dentro de mim.
– Põe, amorzinho! Me come, me come mesmo! Põe tudo – respondi.
Procuramos não fazer muito barulho enquanto transávamos, para não chamar a muito a atenção, mesmo assim acho que foi uma das transas mais gostosas que tivemos.
Voltamos para a piscina, onde se concentrava a maioria dos alunos e professores. Bebemos, conversamos, caímos novamente na piscina. Meu rabo ardia um pouco, mas eu já tinha me acostumado e até achava gostosa a sensação. Continuei dando voltas em torno da piscina, conversando com um e com outro, desfilando com meu biquíni fio-dental e sentindo todos aqueles olhares na minha bunda recém fudida. Se eu pudesse, arrastava o Gabriel para detrás da moita e dava a bunda de novo para ele.

*             *               *



Apesar de sentir prazer em dar a bunda, achava que faltava algo, tinha necessidade de fazer alguma coisa com a minha buceta, afinal, eu era uma menina, não era uma transexual nem uma bicha. Na próxima vez que ficamos sozinhos disse para o Gabriel que queria fazer uma coisa diferente, um “meia- nove”, isto é, enquanto eu chupava o pau dele, ele chupava a minha buceta. Gabriel topou. Acho que foi a primeira vez que ele viu uma buceta de tão perto, hesitou um pouco no começo, mas depois colocou a boca nela com vontade. Quase morri de tesão quando senti a língua dele indo e vindo na minha buceta, mas não pude relaxar porque precisava chupar o pau dele ao mesmo tempo. Ficamos bastante tempo assim, um com a boca no sexo do outro, chupando e sendo chupado ao mesmo tempo. O gozo foi delicioso, Gabriel esporrou na minha boca e eu quase vi estrelas de tanto prazer.
Descansamos os dois um bom tempo, abraçados e nus na cama. De repente Gabriel disse para mim:
– Deixa eu comer sua buceta?
– Ah, não Gabriel! Eu posso ficar grávida – respondi lembrando-me de um caso de gravidez precoce na escola – Só se usar camisinha.
– Acho que eu tenho na mochila – ele respondeu.
Eu já tinha quinze para dezesseis anos, estava na hora de deixar de ser virgem. Algumas meninas perdiam a virgindade bem antes disso, até com treze anos. Além disso, eu não era mais exatamente uma virgem, já tinha dado bastante a bunda, nada mais natural que desse a buceta também.
– Achei – disse Gabriel voltando com uma tira cheia de camisinhas.
– Está bem, então vamos – respondi.
Estava tão acostumada a fazer sexo de costas para o Gabriel que achei estranho ficar frente a frente com ele. Abri as pernas o máximo que pude, e o pau dele logo começou a penetrar minha vagina. Doeu um pouco, mas bem menos do que na primeira vez que deu a bunda. E era diferente, mais normal, a gente podia se olhar e se beijar enquanto nossos sexos agiam como seres autônomos.  Cruzei as pernas por trás das costas do Gabriel, como que para prendendo-o junto a mim. Acho que foi a coisa mais gostosa que eu fiz na vida.
– Ah, Gabriel, foi tão gostoso! – disse quando terminamos.
– É, também gostei – disse ele sorrindo.
Ficamos novamente deitados lado a lado, os dois nus. Não sei quanto tempo se passou, estava tão relaxada que acho dormi um pouco. Acordei com o Gabriel me beijando. Retribui os beijos e as carícias, percebi que o pau dele estava duro novamente. Fiquei animada com a expectativa de ter um bis, estava bem a fim de dar a buceta de novo.
– Deixa eu pôr na sua bunda agora – pediu Gabriel.
– Ah, Gabriel, acabei de dar a buceta – disse eu.
– Mas eu gosto tanto dessa sua bundinha, Lúcia! – ele respondeu – Deixa eu pôr só um pouquinho nela
– Ah, está bem! Pode pôr – consenti.
Virei de bruços e empinei o bumbum. Logo o pênis dele lubrificado entrou no meu rego e começou a procurar o cu. Pouco depois já estava me penetrando, lentamente, com idas e vindas. E então começou aquele vai e vem dele dentro de mim. Como sempre, levei a mão na buceta para me masturbar enquanto ele me comia. Logo entrei no clima, me mexendo e gemendo junto com Gabriel.
- Ah, amor! Me come, me fode bem! – disse foi só o que eu consegui dizer.
Ali, sendo enrabada e gostando de ser enrabada, percebi que dar a buceta não significava que eu não ia mais levar no rabo. Simplesmente agora ao invés de um só buraco só eu ia ter dois para levar pica. Fiquei excitada com essa ideia. Gabriel agora me bombava com mais força, os movimentos cada vez mais rápidos, ouvia uma multidão de sons: o ruído de nossos corpos se chocando, as respirações ofegantes, os gemidos e freses curtas, até aquela explosão final. Gozei novamente: uma delícia!

FIM

São Paulo
15/04/2018

NOTA 1

Utilizei como ilustração deste conto algumas fotos da modelo cis Kari Sweet, que fez sucesso na internet no começo dos anos 2000, e que até não tinha tudo isso de bunda, mas que eu achava uma delícia.


NOTA 1

Dizem que a maioria das mulheres não curte muito sexo anal e que isso é mais uma fantasia de homens e de gays. Pode ser verdade, mas ouvi dizer que algumas mulheres gostam de sexo anal, e muito. Tive um amigo que me contou que quando ele era moleque a mãe dele proibia terminantemente que ele namorasse uma certa menina da vizinhança. Sabe por quê? Porque todo mundo sabia que ela gostava de dar a bunda. O interessante é que esse amigo depois de mais de quarenta anos ele encontrou com essa mesma menina de má fama. Ele disse para ela: “Eu não comi a sua bunda quando era moleque, agora vou comer depois de velho”. E ela deu risada. Nem sei que comeu mesmo...

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